Essa postagem mereceria um amplo ensaio porque fala de artistas e bandas, obscuros ou não, que são emblemáticos.
Vou resumir e muito. No início da década de 1990, a música eletrônica explodiu em várias tendências:
Houve o lado pesado genericamente chamado de TECHNO. Porém, na verdade formava aglomerado de estilos que tinham em comum a vocação para as pistas de dança. Saíram amplamente vencedores da corrida, porque dançar é atividade lúdica imemorial, então…
E despontou outro lado, mais suave, identificado com a NEW AGE, a WORLD MUSIC e a estética GOTHIC. É quase sempre é cantado por mulheres, e foi batizado por DREAM POP – também conhecido por ETHEREAL ou HEAVENLY VOICES.
É com eles, na verdade elas, que eu me identifico e também coleciono. Mas perderam a proeminência, infelizmente. Continuam assombrando recantos de espíritos e mentes.
Pode ser enquadrada como música eletrônica de vanguarda. É agradável e bonita; e feita por artistas ou grupos com nomes intrigantes, tipo “TARAS BULBA”, “CAMERATA MEDIOLANESE”, “AURORA”, “CHANDEEN”, “KIRLIAN CAMERA””, “LOVE SPIRALS DOWNWARDS”, “BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL”, e vários diversos…
No limite, claro, aparecem alguns mais conhecidos, como “COCTEAU TWINS”, “LEGENDARY PINK DOTS” e as famosíssimas “ENYA” e “LOREENA McKENNITH”. Este segmento proporciona viagem imperdível nos dias de inverno – e talvez nos de “inferno”…
Tentem. Não percam!
POSTAGEM ORIGINAL: 15\06\2019

