QUEENS LOGIC – TRILHA SONORA – 1990, MÚSICAS LEGAIS E UMA PÉROLA ESCONDIDA

O FILME não é grande coisa. Foca em jovens nem tão jovens, de classe média bem média do BROOKLIN, em NOVA YORK. Mostra suas pequenas aventuras e amores, a mediocridade esperada; a vida comum. Vez por outra, passa nas TVS.
A TRILHA SONORA é, digamos, sociologicamente interessante. Mistura SOUL MUSIC, com “MARVIN GAYE”, “EMOTIONS” e “DELPHONICS”. Estão lá, R&B e “DISCO”, sucessos de “EARTH WIND AND FIRE”, “SLY & FAMILY STONE”, “EDDIE MONEY”, ‘WILD CHERRY”, e “CHERYLL LYNN”. E o toque fino do bolo: “VAN MORRISON” e sua absoluta distinção artística. Também não faltam ROCKS, presentes com “ARGENT”, “CHEAP TRICK” e ‘MOTT THE HOOPLE”.
É tudo bem legal, dançável e emblemático. Era o que a turma ouvia em rádios, e dançava em clubes e bailes: o som POP do meio pro final da década de 1970, início dos 1980.
Nem tudo aqui é bem gravado, mas é gostoso de ouvir. Animado sem ser esfuziante.
Porém, há um grande sucesso inesperado: “FOOLED AROUND AND FELL IN LOVE”. A gravação original é de “ELVIN BISHOP”, excelente guitarrista, que participou do lendário “PAUL BUTTERFIELD BLUES BAND”.
A história da composição é a seguinte: Em 1975, quando foi completar o sétimo disco solo, “STRUTTIN´MY STUFF”, o produtor de nome impronunciável, “BILL SZYMCYZK”, percebeu que havia espaço para mais outra faixa. E
revira de lá, busca daqui, “BISHOP” sugeriu essa música, bem longe do estilo e repertório que ele fazia.
Porém, “FOOLED AROUND AND FELL IN LOVE” é um grande e marcante POP/ SLOW DANCE – canção deliciosa, jovial, com um quê de macho pegador; e o final inevitável quando o “mocinho” cai de quatro por uma … “presa”. A letra e a música se integram.
Mas ainda havia um problema: para ELVIN cantar não dava. Sua voz é algo “BLUESY/INSOSSA” – inadequada. E ficou para um dos membros da banda, MICKEY THOMAZ – bom cantor que, depois, substituiu MARTY BALIN, no STARSHIP. E assim, ELVIN BISHOP obteve o maior HIT de sua carreira bem construída.
O curioso é que a trilha abre com “FOOLED AROUND AND FELL IN LOVE”, em versão feita pelo obscuro HENRY LEE SUMMER, com JOE WALSH – o guitarrista de estimação do “impronunciável”. Só! Diferencial berrante!
Se você bobear, acaba confundindo com a original, tal a proximidade entre os vocais e o arranjo! “É igual, mas é diferente”- epistemologicamente definindo…
Há outras versões ‘pelaí’. ROD STEWART fez uma AO VIVO, adequadamente boa, no estilo dele combinando falta de capricho com despretensão. E a cantora COUNTRY / POP, “MIRANDA LAMBERT” também gravou, e pôs seu pitaco… sei lá…
Eu adoro ouvir esse POP extraordinário! Um clássico nas FMS americanas de OLDIES. E sigam o conselho de ELVIN BISHOP: se pular a cerca, cuidado para não se apaixonar…
POSTAGEM ORIGINAL: 29\05\2022
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ELTON DEAN – DOIS MOMENTOS DO JAZZ INGLÊS DE VANGUARDA, ANOS 1970 / 1980

TIO SÉRGIO está envelhecendo, e continua resguardando.
Uso máscaras, tenho anti-térmicos e caixas de “Parabucetamol”, oooopppsss. Tudo pra fugir do COVID 19.
Agora, estou à espreita da VARÍOLA DO MACACO. Mas já estou vacinado (contra o MACACO, não, pô…).
Só falta a antirrábica, pra aguentar a vida e a política.
Porém, uns anos 40 anos atrás, TIO SÉRGIO esteve todo pimpão com a patroa no “TEATRO CULTURA ARTÍSTICA, em SÃO PAULO, que passou por incêndio destruidor, e lá assistimos a um show do mito inglês do SAX, ELTON DEAN, e sua banda de craques! O ticket do ingresso está na foto.
Detalhes marcam a memória: ELTON subiu no palco com chinelos tipo havaianas, em quente noite de março. Foi em 1986.
Na banda, o incrível e complexo BATERISTA, JOHN MARSHALL, exposto fielmente por Fernando Naporano, em artigo na FOLHA de SÃO PAULO, como a “MÁQUINA PERCUSSIVA”. Ele é, mesmo, um espetáculo, e mostrou os porquês!
Meninos, meninas e intervalos de orientação sexual entre um polo e outro: esteve por aqui a VANGUARDA JAZZÍSTICA INGLESA daquele momento! EMPOLGANTES e ANTI-ÓBVIOS deram aula sem monotonia. Sensacional!
Aqui, estão exemplos da arte incrustada em discos por ELTON DEAN. Experimentos PÓS-FREE JAZZ, mas com suas tradições e cacoetes:
O quarto álbum do SOFT MACHINE, de 1971. E outro de seus filhotes, o quarteto composto pelo baixista HUGH HOPPER; ELTON DEAN; o pianista de vanguarda KEITH TIPPETT; e o baterista JOE GALLIVAN, em “CRUEL BUT FAIR”.
Ambos discos recomendáveis de montão para a turma que transita pelas aerovias siderais da FUSION RADICAL.
Aos que assistiram ao filme-biografia do “REGINALDO” DWIGHT, também conhecido por ELTON JOHN, vou esclarecer: seu nome artístico é homenagem ao xará ELTON DEAN, de quem é fã e com ele tocou. E o JOHN é referência ao “BLUESMAN” inglês LONG JOHN BALDRY, e não ao BEATLE “LENNON”, como foi insinuado.
Referências refinadas, heim pessoal?
Então, mergulhem de cabeça na obra de ELTON DEAN! O arrependimento vai matar quem não fizer…
POSTAGEM ORIGINAL: 30\05\2020
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TIERNEY SUTTON – CANTORA DE JAZZ “I’M WITH THE BAND” – TELARC, 20O5

Faz tempo que você não ouve uma cantora de JAZZ de verdade? E discos onde certas regras, repertório e orientação da banda não deixam dúvidas?
Demorou; e a fumaça branca apareceu: o conclave consagrou nova PAPISA!” Habemus TIERNEY SUTTON!
Mas TIO SÉRGIO, a moça é loira, branquela e nada novinha! E “tem nenhum” pretão na banda?!?!? Perfeitamente, BOYS and GIRLS e adjacências! É tudo impecavelmente moderno e no solfejo final da tradição jazzística. Aqui, não há “FUSION” ou “EXPERIMENTALISMO” gratuito. Apenas VOZ e CANTO muito bem acompanhados e adequadamente arranjados. O álbum foi gravado ao VIVO no “BIRDLAND”, em março de 2005. Mais adequado e respeitoso impossível: a plateia fica em silêncio durante a performance, e urra no final de cada música. SHOW!
Vocês conhecem a tradição do “VOCALISE”, arte que os melhores do gênero cultivam – ou cultivavam?
Pois ali tem, sim!
Aliás, a moça abre cada música com um perfeito, afinadíssimo e diferenciado vocal. Tão puro e “clássico”, que lembra CHRISTIANE LEGRAND, dos “SWINGLES SINGERS” – lembram-se deles? –
O repertório escolhido équase 80% de STANDARDS ou CLÁSSICOS. O restante, e completado por músicas de clara beleza, escolhidas muito bem em contexto contemporâneo e nada óbvio.
TIERNEY além de cantar muito bem interpreta cada música de um jeito que você nunca ouviu. Ela estudou e recriou cada canção. Estão lá “S’WONDERFUL”, “CHEEK TO CHEEK” , “I GET A KICK OUT OF YOU”, “SOFTLY, AS IN A MORNING SUNRISE” e outras e mais outras, todas adequadas para repertório de luxo – e impecavelmente jazzístico! É criativo e artístico de verdade!
A banda desempenha – e como! E há dois baixistas: um deles somente para solar ou pontuar o fraseado da moça. Estratégia eventualmente usada pela turma da “FUSION” e do “ROCK PROGRESSIVO”.
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A gravação, mixagem e masterização estão em altíssimo nível. Afinal, é um lançamento da TELARC… Garantia de qualidade técnica.
POSTAGEM ORIGINAL: 27\05\2020
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LITTLE RICHARD – “HERE IS” – SPECIALTY. 1956 e “ROCKS” – COLETÂNEA ESPETACULAR DA BEAR FAMILY, 2010

Disco seminal da história do ROCK, “HERE IS”, É o primeirão dele. Aliás, esse disco e o segundo, “LITTLE RICHARD, VOL 2, de 1958 – que aproveitou as sobras de estúdio do primeiro – formam um imenso latifúndio de clássicos essenciais. Tudo o que importa está nos dois…Para os completistas, é indispensável.
Mas, para arrasar mesmo, nada como a excepcional coletânea ROCKS, da veneranda BEAR FAMILY RECORDS. Está lá tudo o que ele fez em suas diversas fases, em masterização soberba. É “o” disco para se ter!!!!
RICARDINHO nasceu em Macon, Georgia, em 1935. São de lá os também “enormes” ALLMAN BROTHERS BAND.
Ricardinho da mesma forma que Miguelzinho era talentoso bailarino e cantor. RICARDINHO com 7 anos levantava uns trocos na rua dançando e cantando. Com essa grana, aos poucos, foi pagando lições de piano.
MIGUELZINHO sofreu mais. Ele e os quatro outros irmãos JACKSON foram domados a pau pelo pai psicopata que, na marra, lhes desenvolveu a arte e arruinou o emocional.
Eram, pois, duas crianças; e ambos geniais e históricos.
RICARDINHO tocava muito. Ele e outro contemporâneo irrequieto e trabalhoso fincaram a estaca do piano no ROCK: JERRY LEE LEWISs acrescentou ao RHYTHM AND BLUES, a praia de RICHARD, a levada melódica do COUNTRY. Ambos são a linguagem pianística fundamental do ROCK. “As consequências vieram depois”…
O disco da postagem é o primeiro de LITTLE RICHARD. Este Cd reproduz a edição original do LP para a SPECIALTY, gravado entre 1955 e 1956, todo recuperado, e masterizado em Mono, e som de qualidade. Há livreto e esse poster grandão.
Estou com preguiça de enumerar. Mas, sete faixas são STANDARDS e clássicos do rock. Tá bom, tá bom; tem “Tutti Frutti”? Tem, sim senhor! Tem “Slipping and Slidin`? Tem, sim senhor! E “Long Tall Sally”; “Miss Ann”; “Rit it up”; “Jenny, Jenny”; e “Ready Teddy” também estão todos na marmita. As clássicas restantes: “Good Golly Miss Molly”; “Keep on knocking” “Lucille” e “Girl Can´t help it”, todas gravadas nas mesmas sessões, ficaram para o volume 2. E, claro, estão no BOX ROCKS, aí na postagem.
Em poucas e berrantes palavras, um escandaloso império de clássicos compostos e gravados em menos de 3 anos! O restante da carreira, seus problemas e dilemas? Bem, vieram depois.
LITTLE RICHARD tinha talento esfuziante e característico: Cantar! Era um … digamos “RHYTHM AND BLUES “SHOULTER!” Nenhum dos fundadores, nem ELVIS, nem CHUCK BERRY ou quem você recordar soltava a voz como ele!
Isso mesmo! O cara é influência direta em JAMES BROWN, MICK JAGGER, VAN MORRISON, ROBERT PLANT, JOHN LENNON e quaisquer rockers que não se envergonhassem de cantar, expor entranhas e vísceras. Sua rouquidão controlada é o lusco-fusco entre o cantar bem e corretamente e o simplesmente berrar.
RICARDINHO ERA UM GRANDE CANTOR!
Nesse disco, existe uma faixa pouco notada. Mas, é a minha predileta porque faz a ponte que a turma do ROCK sabe existir entre o “DOO-WOP” e a “SURF MUSIC” dos BEACH BOYS e companhia, na década de 1960.
Então, saiam do óbvio e procurem ouvir “TRUE, FINE MAMA”. Está tudo lá, BRIAN WILSON deve ter escutado até aprender. É o fino!
Não vou comentar sobre a vida, opções e outras influências pioneiras de RICARDINHO. Mas, quero pontuar que a turma dos anos 1950 fazia ‘ROCK AND ROLL”. E o AND é fundamental para separar eras e consequências. A redução “N” foi coisa de meados dos anos 1960.
E devo lembrar que a primeira loja brasileira de discos usados só de ROCK foi “composta” por outro fundamental, e se chamava eloquentemente: WOOP-BOP! – as palavras iniciais de “TUTTI FRUTTI”. Rene Ferri não cantava. Mas, conhece muito bem quem sabe fazê-lo, inclusive o LITTLE RICHARD!
POSTAGEM ORIGINAL: 14\05\2023
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MILES DAVIS AO VIVO! A ÍNFIMA PARTE DO QUE EXISTE!!! A BIBLIOTECA DOADA, E OUTRAS QUEIXAS SOBRE A MODERNIDADE…

Acordei lá pelas 8 horas, e passei o café como diariamente faço. Abri a porta da cozinha para ver se a REVISTA VEJA havia chegado.
Não!!! Virou rotina nos finais de semana: atrasam dias, às vezes semanas, e só tomam providência quando telefono para reclamar. O ESTADÃO eu já havia desistido de esperar em casa; deixei pra lá e fiquei no digital. Vez por outra leio no computador.
TIO SÉRGIO é da turma do papel. E todo mundo, inclusive jornais e revistas, já migrou para o digital! Ler no computador é um puta saco!!! ! E odeio não tocar em coisas impressas – uma das paixões de minha vida.
Eu e a ANGELA tivemos de nos desfazer de parte da nossa biblioteca. Vocês não têm ideia da maratona/martírio que sofri!!! Havia ótimos livros. A maioria relevantes, e todos bem conservados.
Nós preferimos doar. Então, fui a bibliotecas; liguei para sebos, faculdades locais e vasto escambau… Ninguém queria saber!
O diretor da BIBLIOTECA MUNICIPAL DO GUARUJÁ se recusava a me receber. Insisti e persisti. Trouxas da modernidade, feito eu, perdem o contato com o novo real. É fato consumado: O mundo atual abomina o papel – até em bibliotecas públicas! E ponto.
Demorou um pouco; mas tomei coragem: carreguei dezenas de caixas. Voltei à Biblioteca na cara dura com umas três delas.
Aceitaram. Dia seguinte mais três… e sucessivamente. No final, doamos e entregamos um montão! Elogiaram, fotografaram, etc… e tal….
Quando uma sociedade formada por imensa maioria de iletrados migra para o digital; a falta de base, a dispensa da escrita à mão e correta, essas coisas…, baixa mais ainda o nível dos cidadãos.
Para consumar a tragédia, a má vontade oficial está incrustada na “Res pública”!
Tá bom, tá bom!!!!
Sobraram os discos; ao menos eles – e por enquanto, me dizem…
Voltando à parte séria da minha cantilena, enfiei a mão numa das braguilhas da minha discoteca e puxei um dos CDS que comprei: MILES DAVIS, LIVE AT VIENNE. Foi gravado em 1991; é FUSION moderna. É da fase WARNER.
No disco, vem “TIME AFTER TIME” da CINDY LAUPER; e, também, música do PRINCE; umas coisas do baixista MARCUS MILLER e, claro do próprio MILES. Tudo muito legal!
A banda tem bastante proeminência. E é formada por gente menos famosa, mas, como sempre, o som é a deliciosa qualidade que DAVIS sempre nos entrega. Saiu aqui em 2021, e vale a Pena. Então, resolvi dar uma sapeada na produção desse gênio, ver outras gravações feitas ao VIVO….
QUÁ!!! Patos-Cidadãos dessa imensa PATÓPOLIS TROPICAL, e URBI ET ORBI: São incontáveis!!! E de todo jeito: edições locais, internacionais, pirataria fina, e o que vocês imaginarem!!!!
Como dizia o FAUSTÃO, “Quem sabe faz ao vivo”. Mr. DAVIS talvez seja a prova mais bem fundamentada deste axioma!!!
MILES DAVIS viveu 65 anos!!! Só. Foi muito pouco!!!
Mas deixou 161 álbuns, quase a metade ao vivo!!!! Postei pouquíssimos. Devo ter mais uns trinta LIVES!!! Ele nos legou, também, 177 SINGLES e EPS; E são 886 compilações em VINIL ou em CDs; Nem fui atrás dos DVDS… As Informações estão no DISCOG. Ouse procurar, se tiver saco e perplexidade!
Vocês sabiam que MILES DAVIES é o único JAZZISTA que está no ROCK AND ROLL HALL OF FAME? Ele foi indicado em 2006! Eu soube que a PREFEITURA DE NOVA YORK mudou o nome de um trecho da RUA 77, onde ele morou por 20 anos, para MILES DAVIS WAY!!! Homenagem justíssima!
Quando morreu, em 1991, deixou um patrimônio líquido de $ 10 milhões de dólares. Achei pouco. Mas certamente foi multiplicado “pós – mortem”: a indústria musical respira MILES DAVIS até hoje. Espero que os poucos herdeiros usufruam. E nós, os fãs, sempre o tenhamos à mesa…
Nesta publicação coloquei o BOX “BITCHES BREW”, lançado no início da década de 1970. Aqui, existe DVD ao vivo daquela fase. O mesmo acontece no BOX “THE WARNER YEARS”, 2011, com tudo o que ele fez para a nova gravadora. Procurem está MILES & QUINCY JONES, LIVE AT MONTREUX!!!
O TIO SÉRGIO aqui assistiu MILES ao VIVO, EM SÃO PAULO, no dia 28/05/1974! Já contei em detalhes pelaí. Lançaram, em 2022, um CD DUPLO PIRATA com o SHOW!!! Vou ver se consigo.
Na época, meio século atrás, um músico da ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO, colega dos meus tios ABRAMO E JULIANO GARINI, comentou:
“Eu estava na plateia, quase no palco. E sei lá o que o negão tava fazendo com aquele trompete ligado a uma traquitana!!!” – era um pedal de guitarra elétrica. “Só sei que era fenomenal, e o som que ele tirava era difícil demais para fazer” . “Adorei!”
TIO SÉRGIO e o mundo inteiro também amaram e sempre amarão!!!!
MILES DAVIS, “is miles and miles away”.
POSTAGEM ORIGINAL: 20\08\2023
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ESTIRPE – MODOS DE OBSERVAR

A turma chamada para este CONDOMÍNIO METAFÓRICO, é parte do supra sumo da música popular. Vou chamar ERIC CLAPTON para exemplo, e talvez síndico;
Quando iniciou a carreira, em 1963, foi nada menos do que genial no restrito esquadro do BLUES e do ROCK. Na opinião do TIO SÉRGIO, depois de 1972, com altos “E” baixos permaneceu competente, fazendo música deliciosa para se ouvir, curtir; e, vez por outra, ressuscitou o TOQUE de GÊNIO.
CLAPTON está entre os poucos que se pode cogitar, e até afirmar, não ter gravado DISCOS RUINS. Alguns são bastante medianos. Porém, MEDÍOCRES JAMAIS!
Neste sentido, pertence a uma ESTIRPE, ELITE MUSICAL, em que despontam não tão poucos, mas certamente RAROS ARTISTAS. Aí vão, sem comentários e alguns em fotos.
Então, acordem com o “barulhos deles”:
KING CRIMSOM, CHICO BUARQUE DE HOLANDA, JOHN COLTRANE, DAVID BOWIE, MILES DAVIS, CAETANO VELOSO, BJORK, ROLLING STONES, BEATLES, EGBERTO GISMONTI, PROCOL HARUM, TOM JOBIM, RADIOHEAD ( ATÉ AGORA ), GILBERTO GIL, JOHN MAYALL, PAT METHENY, MARISA MONTE, DAVID SYLVIAN, PAUL McCARTNEY…
Não estamos sós. E, GRAÇAS AOS DEUSES, existe vasta MINORIA em meio à INESGOTÁVEL PRODUÇÃO MUSICAL em todos os tempos.
Sintam-se bem acompanhados, quando cruzarem com quaisquer deles – e outros.
POSTAGEM ORIGINAL; 21\05\2026
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KID VINIL: MINHAS MEMÓRIAS NA “WOP BOP” E PELAÍ

Eu recordo a morte do KID VINIL, em 2017, aos 62 anos. Eu e ele sempre tangenciamos. Gostamos de ROCK e colecionamos discos. Não chegamos a ser amigos; porém, nos conhecíamos e cruzamos em incontáveis lojas de discos, feiras e ambientes do ROCK, do meados dos anos 1970 até sua morte.
Quando eu tinha lojas de CDs, ele de vez em quando aparecia por lá. Depois que fechei a CITY RECORDS nos encontrávamos , vez por outra, principalmente na encantadora e também falecida concorrente a “NUVEM NOVE”.
Por temperamento e interesses fomos um o inverso do outro. Ele gostava e colecionava discos de PUNK e adjacências. Eu sou do BEAT, do BLUES , do ROCK PROGRESSIVO, PSICODELIA, JAZZ e arredores. Com o tempo, nossos gostos se expandiram, se aproximaram, e, claro, houve alguma convergência musical.
No entanto, para mim foi marcante termos participado de um artefato cultural inédito e que teve pouca divulgação: Ambos escrevemos no primeiro FANZINE brasileiro sobre ROCK , em 1976/77, chamado “WOP BOP”.
Durou poucos números, e hoje é objeto de colecionadores. A revisteca mimeografada foi criada por outro mito recôndito do ROCK PAULISTA, Rene Ferri – que era dono da loja de discos do mesmo nome, a WOP BOP. Aliás, a primeira a se instalar na hoje GALERIA DO ROCK. O Facebook também reaproximou-nos bastante. E eu sou grato à vida!
A revista WOP-BOP era necessariamente precária, mas circulou bem entre os roqueiros e a turma da contracultura.
Eu escrevi no primeiro número, março 1977, sobre os YARDBIRDS. Há outras colaborações minhas ao longo do tempo… No índice o meu nome saiu correto, SÉRGIO de MORAES. No editorial cometeram equívoco recorrente na minha vida inteira, grafaram o MORAES com I” grrr!!!
O KID escreveu muito por lá sobre o PUNK, usando o próprio nome: “Antonio Carlos Senefonte”. Também publicou no FANZINE muita gente interessante e conhecedora de música, como o advogado Valdir Montanari dos Santos, que escreveu livros sobre ROCK; um deles bastante instrutivo sobre “ROCK PROGRESSIVO”.
Valdir é outro escondido, que vez por outra ressurge.
Enfim, KID VINIL foi ( é ) um ícone alternativo paulistano muito conhecido. Merece nome de logradouro, se já não houver. Por onde passasse distribuía autógrafos e simpatia. De fã a cantor de ROCK, viveu sua própria decisão com dignidade.
Além da música e da escrita vai ser lembrado, principalmente, por seu personagem, estilo de vida, propósitos e ilusões a que deu forma.
KID VINIL era um anti-herói do Brasil. E faz muita falta neste hospício.
POSTAGEM ORIGINAL: 20\05\2025
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“HARMONIA MUNDI”, A HISTÓRIA PECULIAR DE UMA GRAVADORA DE ALTO NIVEL, E OUTRAS MEMÓRIAS

Ser velho é tropeçar no Paraíso. E na rua, também!!!!
Dia desses, aqui por SAMPA, fui a um antigo SEBO na zona sul. Anda decadente, e tratado como armazenador de refugos e outras iniquidades que o mercado ou o caminhar da vida mostram.
Fui bem atendido. Ao contrário de outros locais onde tentei me aproximar. Eu dispunha de meia hora e resolvi revolver uns LONG PLAYS. Claro, a imensa maioria era de supérfluos ultrajantes no caminho da ignomínia a que merecidamente foram relegados. Quem vai a SEBOS garimpa monturos buscando joias. E geralmente não encontra…
Mas dei de cara com oito LONG PLAYS de primeira estirpe! A bateia metafórica do TIO SÉRGIO prospectou coisas de seu passado mais profundo.
Dou “cavalo de pau” para 1973/75, imprecisamente…
Dia qualquer, eu li artigo no “De Cujos” ( eepppaaa!!! ) JORNAL DA TARDE, a publicação… digamos… progressista … do grupo que edita o ESTADÃO. Foi por lá que parte do novo escoava naqueles tempos de ditadura.
O jornalista, cujo nome agora não recordo – mas craque em resenhas e informações culturais -, mostrou um pacote de LONG PLAYS lançados no BRASIL pela gravadora alemã “HARMONIA MUNDI”, à época recém assumida pelo grupo BASF.
Agora, uma história sensacional! Em meados da década de 1950, o francês BERNARD COUTAZ e o alemão RODOLF RUBY se cruzaram em uma viagem de trem. Conversando, perceberam afinidades imensas com a MÚSICA CLÁSSICA. Ficaram amigos.
Em 1958, COUTAZ criou em SAINT MICHEL – de – PROVENCE, a gravadora HARMONIA MUNDI. Ao mesmo tempo, RUBY fundou a DEUTCHE HARMONIA MUNDI.
Durante anos, compartilharam o mesmo nome e objetivos como gravar e produzir MÚSICA ANTIGA e BARROCA, com rigor acadêmico na pesquisa de repertórios e na interpretação das obras. Inclusive o uso de instrumentos de época. A produção e gravação sempre foram de alta qualidade. Compartilharam, também o marketing, e vários artistas e lançamentos.
Ou seja, visão revolucionária e civilizada para um projeto realizado por duas empresas distintas, em dois países diferentes, que até 1945 haviam sido inimigos!!!
COUTAZ e RUBY caminharam paralelamente juntos, e conseguiram competir com a inglesa DECCA; a DEUTCHE GRAMMOPHON – ahhh, vocês sabem de onde; e a francesa ÉDITION L’OISEAUX – LIRE. Até que, no início dos 1970, RUBY se associou, e depois vendeu, a DEUTCHE HARMONIA MUNDI para a BASF.
A História se alonga em várias frentes. Mas sob o nome geral de HARMONIA MUNDI houve “mais de 4 mil lançamentos ao longo do tempo”! Um experimento vencedor e original! Hoje, o acervo pertence à B.M.G.
Meninos, meninas e adjacências, a HARMONIA MUNDI é o fino do TOP em certas tendências da MÚSICA CLÁSSICA (tá; também vou escrever ERUDITA para evitar melindres… ): a MÚSICA BARROCA, e ancestralidades várias.
Foram lançados, no Brasil, uns vinte álbuns espetaculares técnica e artisticamente! São do acervo da DEUTCHE HARMONIA MUNDI. O vinil é de alta qualidade, espesso como deve ser; a captação sonora e a masterização feitas em estado da arte! O acabamento gráfico é de muito bom gosto, e há vários com capas duplas. O texto foi redigido por especialistas, e traduzidos em alemão, francês e inglês.
Mas TIO SÉRGIO, please, forgive-me: e por que não em português? Sei lá!!!! Estou descrevendo objetos magníficos de uns 50 anos atrás, e ainda hoje muito acima do que temos por aí!!!
Alguns eu tive. Foram comprados na filial da BRENO ROSSI, em loja situada no BROOKLIN VELHO, aqui em SAMPA. O bairro, a vizinhança, os bares e tudo o mais exalavam “Europa”, e bucolismo. Clima e ambiente perfeitos para esses discos!
Por isso, aqui estão os meus recentes “tropeços no Paraíso”. São oito álbuns memoráveis. Seis estão na foto. Cinco edições nacionais da DEUTCHE HARMONIA MUNDI trazendo o COLLEGIUM AUREUM, entre os mais perfeitos CONJUNTO de CÂMARA de todos os tempos! As gravações, claro, usando instrumentos de época, históricos e raros! A sonoridade é “ANGELICAL”
O sexto, é HERBERT VON KARAJAN regendo a FILARMÔNICA DE BERLIM em BEETHOVEN e TCHAIKOWSKY. Edição alemã da DEUTCHE GRAMMOPHON, em 1969! Há mais outros dois com PIERRE BOULEZ e KARL RICHTER nas regências…
Depois de lavados, recuperados, etc… descobri que a conservação é impecável, apesar do tempo passado! Os preços???? Abaixo do ridículo, eu garanto!
Mas, TIO SÉRGIO, onde fica este SEBO?
Eu só conto depois. Primeiro, vou tentar achar mais algumas coisinhas para restaurar!!!!
Procurem conhecer.
POSTAGEM ORIGINAL: 17\05\2025
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DARK WAVE e GOTHIC ROCK: “MONSTERS OF GOTH” E “GOTHIC ROCK” – SETE CDS PARA CONHECER O MOVIMENTO

TIO SÉRGIO Já vai avisando: no repertório não tem a “TAYLOR SWIFT” cantando “THE FATE of OPHELIA”. Mas cairia muito bem!!!!!
São “C.Ds PROMO” indicados para os que têm ALMA FORTE. A turma que SUPLANTOU o “PUNK”. Gente que aprecia curtir ARQUITETURA de TÚMULOS e MAUSOLÉUS. Aquele “PEOPLE” que acha andar por CEMITÉRIOS passatempo agradável.
Ou, quem sabe seja SIMPLESMENTE para degustadores do ROCK MAIS LÚGUBRE e PESADO, e muitos passos além do CONVENCIONAL. É o caso do TIO SÉRGIO, aqui. Eu adoro o som que essa turma produz!
Aqui estão duas MISCELÂNAS DUPLAS, chamadas “GOTHIK ROCK”. Há ENCARTES apresentando as MOÇAS e os CARAS… Foram produzidas na AMÉRICA, e lançadas em 1993 e 1995, pela GRAVADORA “CLEOPATRA”: uma das catacumbasdo “DARK ROCK” e do “GÓTICO” NOS EUA.
Os CDs são féretros insepultos contendo a escuridão mental e barulhenta de “ÍNCUBUS e SÚCUBOS”, escorpiões e dragões, mortos muito vivos, tipo “FIELDS OF THE NEPHLIN”, “ALIEN SEX FIEND”, “ROSETTA STONE”, “CHRISTIAN DEATH”, e mais uns 48 AMERICANOS e INGLESES que submergiam nas trevas – e quase todos se esconderam da FAMA…
TIO SÉRGIO não se responsabiliza por conflitos domésticos que, eventualmente, decorram da audição “com os pais” desses discos. Eles não são para candidatos a COROINHAS na IGREJA da paróquia. E, menos ainda, para os que curtem AXÉ, SERTANEJO, e etc… A “SOFRÊNCIA” dos criadores e do público alvo é de outra natureza e método. MÉTODO…
É pra gente que pode achar ARANHAS e LACRAIAS “PETS FOFINHOS”. Aquele PEOPLE que prefere um “TERRÁRIO” a uma CAMINHA PARA O GATINHO.
DURMA-SE COM PICADAS COMO ESSAS!
“MONSTERS OF GOTH “, 1997, é para a mesma turma que elege cemitérios “PARQUES TEMÁTICOS”; se veste de preto, e votaria em uma chapa com “BÉLA LUGOSI” e NOSFERATU para Presidente e Vice; e gosta desse tipo de comédia romântica “macabro-sexual” envolvendo jovens belos mortos – vivos, vampiros milenares, essas coisas…. Ou apenas curte os RECÔNDITOS DA ALMA DO ROCK DOS ANOS 1980/1990 – Claro, o tio aqui admite gostar – mas com certa parcimônia….
É um BOX INGLÊS muito simples, COM TRÊS CDS e nenhum LIVRETO. Foi lançado por um POOL de GRAVADORAS sob o expressivo nome “DRESSED TO KILL”.
O material é bem gravado, com a NATA OBSCURA dos PRIMÓRDIOS do GOTHIC ROCK. Vieram para jantar “RED LORRY”\ “YELLOW LORRY”, “LYDIA LUNCH”, E e outros vizinhos da MESMA QUADRA no CEMITÉRIO.
É BOX algo RARO e, obviamente, nada CONVENCIONAL. E, também, para MENINOS, MENINAS E ADJACÊNCIAS, já mais madurinhos, e que ainda perscrutam ABISMOS que a música oferece à alma.
Informação crucial. Não caem bem em quaisquer festinhas. É PESADO e LÚGUBRE – como soe acontecer. Mas pode servir de TRILHA SONORA para COLETA de SANGUE em LABORATÓRIO. Ou ACOMPANHAR COLONOSCOPIA…
Ainda assim, É CULT ATÉ NO CREMATÓRIO!
POSTAGEM ORIGINAL:19\05\2026\

MADAME TROGNEUX, PROFESSEUR… E OUTRAS RELAÇÕES PERIGOSAS PROFESSOR – ALUNO

E TRILHA SONORA COM UM FRANCÊS E FRANCESINHAS IRREQUIETAS
Tempos loucos!
Se BRIGITTE TROGNEUX, conhecida por MADAME EMMANUEL MACRON – bidú! é a primeira dama francesa! – tivesse posto as manguinhas e outras vestimentas de fora nos dias de hoje, é muito possível que fosse presa e processada por pedofilia e corrupção de menor.
Ela tinha 39 anos. El ele uns 15, quando a conheceu, se apaixonou, e supostamente, começou a namorar MADAME – sua PROFESSORA, que era casada…
Se ocorresse hoje, o “efebo” EMMANUEL iria parar em alguma “Fundação Casa” , lá na “ZOOROPA”. E seria submetido a terapia por ter sido “estuprado”. E não se tornaria o “PRESIDENTE DA FRANÇA” …
Quá, Patos-cidadãos! Qual é a moral dessa história?
Arrisquem palpites.
Uma coisa é nítida: vivemos tempos moralistas (ou moralizadores?), e certas restrições tornaram-se normas; e, nesses casos, lei mesmo!
Casar ou namorar a professora , ou a chefe mais velha, é comum? Eu conheço casos – e não são poucos.
Em 1967, cursava o segundo grau (ginásio) no “ALCIDES DA COSTA VIDIGAL”, escola pública que existe até hoje, na AVENIDA PAULISTA. Lá, tínhamos a… vou chamar de LiLi, jovem e bela PROFESSORA DE MATEMÁTICA.
Claro, moça moderna, universitária engajada politicamente na oposição à ditadura, ela militava na contestação geral dos valores da época.
LILI envolveu-se com um aluno, nosso colega de classe. Era sujeito um tanto rude, obviamente ignorante, e bem mais velho do que a média de todos nós..
Bem, se hoje o machismo subsiste mesmo contestado pra valer; naqueles tempos era a regra.
O grosso quis impor a BURCA MORAL à professora. E foi expelido em meio a memorável cena pública de choro, gritos, e bregas juras de amor! A escola entrou em catarse!
Na USP, lá por 1975/76, virou fuxico geral a história de uma colega que foi “arrestada”, durante uma carona, por notável PROFESSOR DE SOCIOLOGIA – famoso por ser FAUNO comprovado. Houve um quase sequestro relâmpago romântico…
Ela adorou! E repetiram doses, mas sem a emoção bandida do primeiro achego. O FAUNO depois foi lecionar no RIO de JANEIRO, onde não faltam as estudantes de pulcritude indiscutível para FAUNEAR…
Sei de mais dois casos. No primeiro, ele era mais jovem, mas com idade mais próxima de sua professora, também de matemática, no último ano do ensino médio. O outro, muito jovem, era OFFICE BOY e conquistou a chefe. Os dois “di menor”. Hoje, os quatro continuam felizes em direção ao eterno sempre.
Para musicar a memória, uma seleção com um francês emblemático nos “sixties”, MICHEL POLNAREFF. Ótimo pianista, aparência e timbre de voz que lembram o BELCHIOR; gravou “LA POUPÉE QUI FAIT NON” – BEAT que fez muito sucesso, em 1966!
E adivinhem quem faz o famoso RIFF de entrada?
Sim, JIMMY PAGE. Ele e JOHN PAUL JONES tocaram na música!!!! E hoje ouvi bem alto umas cinco vezes! Os dois merecem a fortuna que por décadas amealharam com trabalho duro, intenso e criativo. MICHEL gravou parte do disco em LONDRES, no estúdio PYE!!!!!
E também compareceram, aqui no “Post”, algumas francesinhas e adjacentes; belas e feras do passado e do presente, que “NE FONT PAS NON”- parafraseando “La Poupée”… , em homenagem” ao clima liberal, “libertário – existencialista”, que a França representa e inocula em todos nós.
Assim:
CARLA BRUNI, a senhora SARKOSY – ahhh vejam aí!!! – linda, charmosa e cantora interessante; e cidadã do mundo capaz imersões e transgressões feitas com estudada precisão. Ouçam a versão de “ENJOY DE SILENCE”, do DEPECHE MODE. É espetacular!
FRANÇOISE HARDY, a PROGRESSISTA e antenada cantora e compositora, que navegou com proficiência do BEAT aos PET SHOP BOYS e outras parcerias. Seu vasto talento, inclusive para captar a M.P.B., a tornou um compósito de RITA LEE e NARA LEÃO.
Veio, também, SYLVIE VARTAN, nascida na BULGÁRIA, mas francesa de fato e direito. Seu apelido é “LA PLUS BELLE”… uma ícone de sua geração; e até hoje, a predileta dos nossos irredentos e admirados parceiros europeus.
Presentes, também, STACEY KENT, canadense, precisa, estudiosa, mega talentosa, e capaz de cantar e interpretar em diversos idiomas – inclusive o português.
E, para terminar, LAETITIA SADIER, mais atual e ‘alternativa’. Francesa, claro, e vocalista do grupo “POP VANGUARDA MINIMIALISTA” “STEREOLAB”.
Para o TIO SÉRGIO, estas são francesas dos sonhos, e não protótipos como se esperaria…
Desfrutem.
POSTAGEM ORIGINAL: 17\05\2026
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