CLIFF RICHARD – FASE ROCK AND ROLL – BOX COM 5 CDS, FINAL 1959 A 1963 – E TRILHA SONORA DE “SUMMER HOLIDAY”, 1962

Com quem vocês pensam que estão lidando?
CLIFF RICHARD é o ELVIS PRESLEY da Inglaterra. Teve carreira semelhante à dele e a de ROBERTO CARLOS: todos começaram no ROCK e migraram para o POP.
“SIR” CLIFF RICHARD continua vivo, vivíssimo! Vendeu mais de 250 milhões de discos! Foram cem ( escrevi cem! ) COMPACTOS ou SINGLES de sucesso, e mais de 50 LONG PLAYS!
Ele é “CAVALEIRO DO IMPÉRIO BRITÂNICO”, por ter prestado excelentes serviços à cultura. Está na companhia de PAUL McCARTNEY, ELTON JOHN, BRIAN MAY, JEFF BECK e GARY BROOKER ( o vocalista do PROCOL HARUM ), entre vários.
Gostaram?
Aqui está um BOX daqueles baratos com 5 CDS, parte de sua fase ROCK AND ROLL. E observem na foto o primeiro LONG PLAY de CLIFF, gravado ao vivo em estúdio em 1959, acompanhado pelos “SHADOWS”, a seminal banda de ROCK INSTRUMENTAL britânica, quando ainda se chamavam “DRIFTERS”.
No Brasil, saiu com o título de “ROCK TURBULENTO”, no início dos anos 1960. É disco raro, precioso e colecionável!
Também da foto edição limitada em CD, lançada em 2003, de uma TRILHA SONORA de filme em que CLIFF participou. A produção é o fino: fotos, poster, texto e tudo o que justifica o evento. “SUMMER HOOLIDAY” foi saiu em 1962.
THE “SHADOWS” gravou dezenas e dezenas de LONG PLAYS. Eles e os VENTURES ( americanos ), são o fundamento da guitarra no ROCK: os Rifs, solos e forma de tocar influenciaram, e influenciam ainda hoje, a produção do ROCK e do POP.
“CLIFF e os SHADOWS” foram parceiros muitas e muitas vezes.
Se querem ouvir como se faz e fez ROCK AND ROLL, na Grã Bretanha antes dos BEATLES, este é o disco! Meninas esgoelando, pererecas em chamas, e outras “atitudes selvagens tradicionais”, também foram gravadas.
É impecável, vibrante e alguém já escreveu o lugar comum: aumenta que isso aí é ROCK AND ROLL!!!!
Incontestável!
POSTAGEM ORIGINAL: 16/08/2023
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STEPHEN STILLS – CARRY ON – BOX COM 4 CDS. RHYNO / ATLANTIC E WARNER RECORDS – 2013

A TURMA DO ROCK SABE QUEM ELE É. UM PERSONAGEM
ESSENCIAL PARA O “BUFFALO SPRINGFIELD” E “CROSBY, STILLS, NASH & YOUNG”; FEZ PUJANTE CARREIRA SOLO E PARCERIAS.
STEVE NÃO É UM QUALQUER. É SUJEITO DETERMINADO, GUITARRISTA BRILHANTE, CANTOR EXCELENTE, ESTILISTA IDENTIFICÁVEL, E COMPOSITOR PROLÍFICO.
ESTÁ ESCRITO NO LIVRETO DESTE SENSACIONAL, BEM CRIADO E PRODUZIDO BOX; QUE PERCORRE OS INTENSOS PASSOS DE SUA CARREIRA, QUE STILLS FOI MUITO BEM EDUCADO EM COLÉGIOS CATÓLICOS. É UM HOMEM CULTO E GRANDÍSSIMO PAPO POR SUA INTELIGÊNCIA ABRANGENTE.
STEPHEN É UM TALENTO AMERICANO, REFINADO POR ESFORÇO E PROFUNDO CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DA MÚSICA CONTEMPORÂNEA. ESTEVE NO AUGE QUANDO A NOVA MÚSICA VINDA DOS ANOS 1960 SE CONSOLIDOU.
STILLS FEZ E FAZ CONSTANTEMENTE! É UM ARTESÃO; EM SEU PRIMEIRO DISCO SOLO ESTAVA LÁ, ENTRE OUTROS, JIMI HENDRIX. SEM FALAR QUE COMPÔS UM DOS CLÁSSICOS DA DÉCADA DE 1960, “FOR WHA IT´S WORTH”, COM O BUFFALO SPRINGIFIELD. FEZ, TAMBÉM, “SWEET JUDY BLUE EYES”, COM “CROSBY, STILLS & NASH”, EM HOMENAGEM À SUA NAMORADA NA ÉPOCA, A CANTORA FOLK ESPETACULAR “JUDY COLLINS”!
STEVIE FEZ E FAZ ACONTECER ATÉ HOJE! E NAS VÁRIAS CONFIGURAÇÕES DAS QUAIS PARTICIPOU, COMO “MANASSAS”, EM 1973, RESTOU SABORZINHO QUE INFLUENCIOU OS “DOOBIE BROTHERS”, E ATÉ OS “EAGLES”.
RESUMINDO, NO DECORRER DA CARREIRA, STIILS SEMPRE ENTREGOU MAIS DO QUE TRANSPARECEU. ENTÃO, VAMOS ESCUTÁ-LO COM MAIS FREQUÊNCIA E O IMENSO RESPEITO QUE DESPERTA E MERECE.
“STEPHEN STILLS” É UM ARTISTA MUITO ACIMA DA MÉDIA; E UM POUCO ABAIXO NA MÍDIA – INFELIZMENTE!
POSTAGEM ORIGINAL: 17/08/2019
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ECM RECORDS – BOX SETS

A série é bem maior, e venho comprando aos poucos.
São geralmente os três primeiros discos de cada artista, e a produção gráfica é minimalista, aparentemente simples, com um livreto e três discos cada, mas sem as capas originais.
O efeito é frugal e lindo. E a música divina.
Colecionadores devem rezar sempre pelas gravadoras-conceito: BLUE NOTE, HARVEST, PRESTIGE, VERTIGO, VERVE, ECM e outras. São orgulho e diversão para a vida inteira!Nenhuma descrição de foto disponível.
POSTAGEM ORIGIANAL: 17/08/2019

TANGERINE DREAM – DE 1967 ATÉ QUANDO AGUENTAREM…

ALEMÃES E CULTORES DA MÚSICA ELETRÔNICA DE VANGUARDA.
BASEIAM-SE NA MÚSICA ELETROACÚSTICA CRIADA POR “STOCKHAUSEN”, “PIERRE HENRY” , E ETC… E APROVEITO PARA LEMBRAR A PIONEIRA DO GÊNERO NO BRASIL, A PIANISTA, PROFESSORA E COMPOSITORA “JOCY DE OLIVEIRA”. FOI ELA QUEM EXIBIU PELA PRIMEIRA VEZ, E AO VIVO EM 1961, ESTA MÚSICA REVOLUCIONÁRIA AQUI NA PÁTRIA AMADA!
O “TANGERINE DREAM” INVENTOU A “AMBIENT MUSIC” E A “NEW AGE”; SÓ ISSO…. É PARTE INALIENÁVEL DO “KRAUTROCK”; E INSPIRAÇÃO PARA “BRIAN ENO”, E OUTROS TANTOS E TONTOS IMPOSSÍVEIS DE CATALOGAR, TAL A DIMENSÃO QUE A MÚSICA ELETRÔNICA TOMOU NA CULTURA CONTEMPORÂNEA!
MAS FICA “ENTRE O HIPNÓTICO E O TREMENDAMENTE CHATO”.
A FRASE PERFEITA É DA CRÍTICA DE CINEMA E INTELECTUAL AMERICANA “PAULINE KAEL”, PARA DEFINIR O FILME “2001 UMA ODISSEIA NO ESPAÇO “, DE STANLEY KUBRICK. ELA ESCREVEU RESENHA CRÍTICA SEI LÁ QUANDO? 1969, TALVEZ ?…
O “TANGERINE DREAM” FAZ MÚSICA EXPERIMENTAL PARA CURTIR, MEDITAR, NANAR OU TRANSAR… E A SUA EXISTÊNCIA É INCONTORNÁVEL, IMPORTANTE E IMPRESCIDÍVEL!
PORÉM, MAIS IMPORTANTE DO QUE O “TANGERINE DREAM” SÓ OUTRO GRUPO ALEMÃO: O “KRAFTWERK”; MENOS CHATO E MUITO MAIS INFLUENTE.
“PÔ TIO SÉRGIO!!! EXPLICA ISSO MELHOR”!
ENTÃO, LÁ VAI: O “KRAFTWERK” FAZ MÚSICA RITMADA E DANÇÁVEL. E TORNOU-SE REFERÊNCIA PARA O “HIP-HOP”; A “DANCE MUSIC”; A “EURODISCO”, E SUBDIVISÕES AO LONGO DO TEMPO. É INFLUÊNCIA DIRETA PARA INCONTÁVEL LEGIÃO DE D.Js. QUE DOMINAM CLUBES, “RAVES” E SALÕES DE BAILE, MUNDO E UNIVERSO AFORA…
RESUMINDO: O POP ROCK ALEMÃO TAMBÉM PODE SER MALEMOLENTE, CINTURA SOLTA. O “KRAFTWERK” É REGISTRO CULTURAL PRÁ LÁ DE SIGNIFICANTIVO.
ENTÃO, RELAXEM; E APROVEITEM O “TANGERINE DREAM” E O “KRAFTWERK” DO JEITO QUE APRECIAREM.
POSTAGEM ORIGINAL: 09/08/2019/2024
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JACKIE CAIN & ROY KRALL: DUPLA VOCAL ESPETACULAR!

Mas como é possível, TIO SÉRGIO, você ter apenas três discos de JACKIE & ROY?
Você passou a vida juntando “rodinhas pretas e prateadas”; os conhecia há meio século porque houve disco deles lançado por aqui, e não fez nada?
Pois bem; Paciência! Eles formam dupla vocal de alto nível. E ROY é, também, ótimo pianista.
Em 56 anos de carreira, gravaram perto de 40 discos. Foram dos bares de JAZZ, à BROADWAY; aos BEATLES; passaram por TOM JOBIM e muita BOSSA NOVA. Fizeram percurso do “JAZZ POPIFICADO” ao POP JAZZIFICADO” – se me entendem… Cruzaram todas as tendências JAZÍSTICAS modernas, e da GRANDE CANÇÃO AMERICANA, também. Fizeram até disco FUSION espetacular “A WILDER ALIAS”, DE 1973!
JACKIE & ROY cantam muito! Têm repertório eclético, selecionado, e de bom gosto; desenvolveram técnica musical refinada; e gravaram com diversos craques da música popular contemporânea.
Ouvi no YOUTUBE outro disco sensacional: “SONG OF DORY & ANDRÉ PREVIN”: ela cantora; e casada com o famoso pianista e compositor. As versões feitas por JACKIE & ROY são espetaculares! Eu gostaria de conseguir um CD.
Pois é! Precisou o Rene Ferri e seu gosto refinado; e conhecimento enciclopédico mostrar vários vinis pra turma, para eu, mesmo chegando tarde, olhar mais atentamente esse duo imperdível!
Mea culpa; Mea maxima culpa! Pô, Ayrton Mugnaini Jr. !Cadê a revisão do meu latim latido feito vira-latas?
Os dois, marido e mulher, sempre estiveram muito próximos ao JAZZ, como ELLA, BILLIE, DINAH, SARAH, BENNETT, SINATRA e a geração deles todos. Deleite memorável! E de WHISKY, também…
ROY & JACKIE começaram em 1946. Gravaram pela primeira vez em 1955, e prosseguiram até a morte de ROY KRALL, em 2002.
JACKIE, loira voluptuosa e excelente cantora, só foi para o CELESTIAL CLUBE DOS ARTISTAS”, em 2014, aos 86 anos. Sobreviveu muito bem! Que ótimo!
Mas, quero comentar “THE WILDER ALIAS”, de 1973. O time que os acompanha é vindima de safra superior. HUBERT LAWS e JOE FARREL nos metais, STEVE GADD, na bateria, entre vários e consistentes músicos.
A direção é de DON SEBESKY; orquestrador envolvido em quase tudo! Nos estúdios operavam RUDY VAN GELDER e CREED TAYLOR. Tá bom assim? Um álbum um tanto fora do esperado, convenhamos! Porém, totalmente contemporâneo, e dentro de amplo contexto, quando foi gravado.
Será que nos lembra o “RETURN TO FOREVER”, na fase com FLORA PURIN cantando? Expõe, inclusive, um travo do que TOM JOBIM E BANDA fizeram no final de carreira. Para completar, esta edição é japonesa e da gravadora a cult CTI. É FUSION da melhor cepa!
Então, pessoal, procurem conhecer. E não percam outros discos desses dois. Percam-se neles!
RESENHAS MUSICAIS: 11/08/2023
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JOE TURNER – PRAZER EM APRESENTAR

TIO SÉRGIO é “Apenas um rapaz latino-americano”, como canta o BELCHIOR. Mas cultor do BLUES desde sempre; e por andanças das quais não me recordo; visitando loja que não me lembro, em dia e local não determinados. E dei de cara com o CD aí, quase completo – falta a parte de trás.
Garimpar é como exterminar pragas urbanas: foco por foco, disco por disco. É ganhar prazer perdendo horas num balcão em alguma coisa intrigante; e dar de cara com disco imprescindível.
“Foi assim”, cantou WANDERLÉIA, acho, algures em sua carreira, que descobri o CD na foto. Susto bem-vindo! Bom, primeiro vou falar sobre o que ouvi:
Um espetacular disco lançado em 1967, com banda prá lá de afiada, em gravação remasterizada em alto nível, pela “MOBILE FIDELITY SOUND LAB. A data do relançamento não está no encarte. Mas, é coisa de uns 20 e tantos anos.
JOE TURNER é clássico do BLUES moderno, entendendo-se por isso gente que veio da década de 1930, influenciou a geração do ROCK AND ROLL e, posteriormente, o revival do BLUES, dos anos 1960 e daí em diante. Seu grande clássico, “SHAKE RATTLE AND ROLL” ultrapassou décadas.
JOE TURNER é para roqueiros e bluseiros em nível de pós graduação em colecionismo.
Tio Sérgio garante e põe a mão no…copo!
POSTAGEM ORIGINAL: 11/08/2018
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PENT “ENYA” – OUTRA VISÃO SOBRE A CARREIRA DA MOÇA

“PENTÊNYA” – ERA ASSIM QUE ROCKEIROS EMPEDERNIDOS DE MEU CÍRCULO TRATAVAM ESTA MOCA, POR VOLTA DE 1991, QUANDO EXPLODIU MUNDIALMENTE.
TÁ BOM, TÁ BOM! É A JUNÇÃO DE “PENTELHA” COM ENYA. É BOM USAR CIRCUNFLEXO, EM PORTUGUÊS.
ENYA parece à distância moça bonita. E é o grande nome da “NEW AGE”; possivelmente sinônimo e prenúncio da decadência de um estilo que vinha se firmando desde meados da década de 1980. Como sempre, há bons discos; e muitos lamentáveis.
Conheci ENYA no final dos anos 1980, através do seu segundo disco: WATERMARK. É álbum artisticamente muito bom. Um CROSSOVER entre o FOLK, o ROCK PROGRESSIVO e a WORLD MUSIC. Intersecção criadora da NEW AGE.
É cantado em inglês, gaélico e latim. Canções lindas, dinâmicas; melodicamente expressivas. Um susto criativo para a época; fora do POP mais óbvio. Ouçam “ORINOCO FLOW”. Ou “STORMS IN AFRICA” – principalmente o remix para pista de danças. O disco todo é muito bem feito e vale a pena ter.
Em 1992 saiu seu grande sucesso mundial, “SHEPHERD MOON”. Um retrocesso artístico na mesma proporção do reconhecimento popular.
Não se iludam os mais jovens com o “azulzinho” da capa. É música “emasculada” para escutar sob velas intoxicantes e ares e posições meditabundas .
Não associem o sexo tântrico com essa baba-pop melosa. Músicas tão açucaradas que devem ter matado mais diabéticos do que infectados pela COVID-19!
Enfim; pior do que este só o álbum seguinte: “THE MEMORY OF TREES”, lançado em 1995.
TIO SÉRGIO, a gente não entendeu: Se não gosta desses dois discos, por que você os tem na coleção? Resposta: Tenho nada! Pedi emprestado para falar mal🤣🤣🤣 e fotografar!
POSTAGEM ORIGINAL: 11/08/2020
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DIA DOS PAIS, A MÚSICA, O AFETO E A SABEDORIA

Dia dos pais. Percebo-me duplamente órfão: meu pai e meu sogro estão mortos; e eu fui muito amigo de cada um deles. Não fizemos filhos, porque decidimos. E não sinto quaisquer remorsos pela decisão tomada.
Ainda assim, me recrimino por ter discordado além da conta do FERNANDO, meu pai, durante parte de nossas vidas. Nos vinte e cinco últimos anos convergimos, e nos tornarmos amigos e companheiros. Conversamos bastante, e compreendemos as mútuas razões que a vida nos impôs.
Mesmo triste, estou conformado com a ausência dele. E fiquei relativamente em paz com meus atos e falhas. FERNANDO era uma grande pessoa! E ainda bem que o compreendi antes que fosse tarde…
Eu e o ANTONIO, meu sogro, sempre nos demos bem, muito bem! Excelente conselheiro, conversador notável, foi muito amado e apoiado por todos quando ficou doente iniciando a caminhada para a cachoeira dos tempos. Estou em paz com ele, também.
No fundo, hoje tenho a sensação de que ambos me deram mais do que eu consegui retribuir. Ainda estou avaliando a riqueza proporcionada pela convivência. Talvez seja porque percebi o efetivo significado da palavra sabedoria.
E ambos eram sábios.
FERNANDO e ANTÔNIO não ligavam pra música. Gostavam, simplesmente; e nunca entenderam bem o porquê do “filhogenro” viver cercado e fissurado por discos…
Postei uma seleção de cantores, músicos e discos que os dois gostavam, ou gostariam. Sei disso porque adequados ao gosto e à geração a qual pertenceram; e foram testados em reuniões e festas em que estiveram presentes.
É uma pequena homenagem sentida e sincera. E se eu merecer uma qualidade para ser futuramente lembrado, depois que a bola sete for pra caçapa, é a de ter desenvolvido sabedoria.
Vou gostar muito se conseguir ao menos me aproximar do caminho que leva ao conceito que ela contém. Estrada que FERNANDO e ANTONIO percorreram dignamente.
Tenho saudades.
POSTAGEM ORIGINAL: 10/08/2022
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