WALTER FRANCO: MENTE ABERTA

CANTOR DIFERENTE; POETA E LETRISTA SINTÉTICO, ORIGINAL.
OUVIR CANÇÕES DELE É ASSISTIR ÀS IMAGENS CANTADAS NA SUA FRENTE!
WALTER É VISUAL, IMPECÁVEL, DELICADO E RASCANTE; TUDO JUNTO AO MESMO TEMPO NA TELA DA MENTE!
A CARREIRA DE WALTER NÃO TEVE AUGE; SÓ PAULATINA CONTINUIDADE SIGNIFICATIVA.
MILITOU POETANDO REFLEXÕES ÍNTIMAS. E DEU CONCRETUDE A SEU PENSAMENTO ATRAVÉS DO CANTAR.
OUVIR “CANALHA”, UM GRANDE ROCK PESADO, COM “SÉRGIO HINDS” NA GUITARRA”, É OBSERVAR A DOR MENTAL TRAIÇOEIRA, MAU CARÁTER, PERSEGUINDO O WALTER – E A GENTE! NÃO É IRONIA. É SARCASMO PURO!
OUVIR “CABEÇA” É PERCEBER COMO A RAZÃO NOS TRAI; E COMO ESPELHAMOS O NOSSO INTERIOR FRAGMENTADO. AQUELA PARTE INDOMADA QUE TAMBÉM NOS HABITA, JUNTO COM O ‘DESENHO LÓGICO” CANTADO POR CHICO BUARQUE, EM “CONSTRUÇÃO” DESCREVENDO A REALIDADE ABSURDA DE UM TRABALHADOR BRAÇAL EM SOCIEDADE CAPITALISTA PERIFÉRICA, DO INÍCIO DA DÉCADA DE 1970.
WALTER FRANCO GRAVOU POUCO. E NOS LEGOU ENORMIDADES! QUANDO ELE FOR REDESCOBERTO, TODOS PERCEBERÃO A FALTA QUE ELE FAZ !
RECOMECE JÁ!
POSTAGEM ORIGINAL: 14/10/2021
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THE HOLLIES – 1964-1966 – LONG PLAYS – REEDIÇÕES AMERICANAS IMPERIAL RECORDS – SUNDAZED – 2010/ 2011

FOI SÓ PRA CONTRARIAR!
TENHO POUCOS LONG PLAYS, TALVEZ UNS 50. E COMPREI ESSAS REEDIÇÕES ANOS ATRÁS. ESTÃO SEM USO. EU JAMAIS OS ABRI E ESCUTEI!
E NEM VOU! NÃO TENHO “VITROLA”.
ADORO OS HOLLIES E, PRINCIPALMENTE, ESSAS EDIÇÕES AMERICANAS, NÃO MUITO COMUNS.
PEGAM ALGUNS SUCESSOS COMO STAY, HERE WE GO AGAIN, JUST ONE LOOK, LOOKING THROUGH ANY WINDOW, CAN´T LET GO E O MEGA-HIT BUS STOP!
TENHO TUDO EM CD. MAS, SEI LÁ, ENTENDE; DEU VONTADE DE POSTAR PRA VOCÊS!
AH, INVEJA É FEIO!
COMPORTEM-SE.
POSTAGEM ORIGINAL: 17/10/2021
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ERIC CLAPTON – FURTHER 0N UP CROSSROADS – 1995 BOX ALTERNATIVO – 4 CDS – LIVRETO.

É PIRATARIA DE ALTÍSSIMO NIVEL, COMO FAZIAM ITALIANOS E OUTROS OUTSIDERS, NO INÍCIO DOS ANOS 1990.
SHOWS, TRIBUTOS E O APERITIVO DE ENCONTROS, JAM SESSIONS, FESTIVAIS E VARIADO ETC…DE GRANDES NOMES, GRANDES APRESENTAÇÕES E MÚSICOS DE PONTA.
É DE UIVAR PRA LUA, DIFÍCIL DE ACHAR E BEM GRAVADO. GERALMENTE DIRETO DAS MESAS DE CONTROLE.
SE ENCONTRAR PODE PEGAR. VALE A PENA.
POSTAGEM ORIGINAL: 17/10/2020
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U2 – A BANDA POP MAIS BEM SUCEDIDA DE SUA GERAÇÃO

Por volta de 1986, consolidou-se uma nova perspectiva no mundo do ROCK. Três bandas disputavam a primazia cultural: SMITHS, R.E.M e U-2. Formaram o trio de ferro dos anos 1980.
Cada um na sua, e todas famosas por motivos diferentes, mas desigualmente importantes? Parece que sim!
Eu me recordo de que o lançamento de discos dos SMITHS por aqui, foi exigência inegociável da crítica. Meu amigo Fernando Naporano, entre eles.
A perspectiva gay, com letras nada ambíguas; ROCK emulando um quê de ROCKABILLY e algum tingimento de PSICODELIA; e um ótimo vocalista tangenciando ROY ORBISON. Um furor internacional merecido.
Mas, acabou em lágrimas, deixando dois ícones: MORRISSEY e JOHNNY MARR, o guitarrista.
O R.E.M, era ROCK ALTERNATIVO tocado em rádios universitárias, com aquele libertarismo à americana, engajado em causas não muito explícitas, e sonoridades mais cruas e tradicionais, abriram a vereda para o futuro GRUNGE e a geração do final dos 1980, como os PIXIES, entre vários.
Acabou em balões de oxigênio, metaforicamente dizendo, e lembrados, como quase tudo o que é feito na América, pela falta de melodias mais elaboradas. Mas, é ROCK de verdade!
O U-2, está por aí desde 1977. São longevos e veteranos.
Alguns dirão que são estilistas, e reconhecemos o som que fazem à distância, e galáxia adentro. De Vênus a Urano, por exemplo.
Durante uns 20 anos, mais ou menos, repetiram-se melhorando. Depois, fizeram alguns discos mais próximos à sonoridade contemporânea usando eletrônica.
São ótimos de palco, e Bono é cantor adequado e carismático.
Continuam mantendo a mesma bandeira da rebeldia “bom-mocista” contemporânea, transformada em causas humanitárias que ninguém ousa contestar. Criaram um jeito muito confortável de fazer protestos, e ficar politicamente corretos e na moda.
Não ofendem ninguém…E o COLDPLAY é nitidamente inspirado neles, e muito menos criativo.
Alguém sabe dizer qual o melhor disco deles? Para mim permanece “UNFORGETABLE FIRE”, muito parecido com os posteriores mais próximos, mas que consolidou o jeito U-2 de se expressar.
Sempre que aparecem em qualquer canto da Terra, congestionam o trânsito ao redor. Excursionam mais do que os STONES e o IRON MAIDEN.
Duas bandas que fazem ROCK melhor do que eles.
Eu gosto. Mas, vivo muito bem sem ouvi-los!
POSTAGEM ORIGINAL: 19/102022
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CLIFF BENNETT & THE REBEL ROUSERS, A FORÇA DO “RHYTHM AND BLUES” NO BEAT ROCK INGLÊS, NA DÉCADA DE 1960. E OUTROS INESQUECÍVEIS

Sempre posto coisas de minha discoteca, e tento enriquecer as perspectivas evitando “diagnósticos definitivos”.
Claro discos, artistas, e obras de arte em geral sofrem ação dos tempos e da História das sociedades onde foram criados. Também de várias circunstâncias e até de outros lugares onde tenham sido apreciados.
Os discos na postagem são parte da complexa rede que formou o ROCK INGLÊS da década de 1960 em diante.
A maioria é de personagens menores que tinham o R&B na base, e outros componentes da grande feijoada POP daqueles tempos.
Mal comparando, aqui são todos mais para os ROLLING STONES, do que para os BEATLES. E quase a totalidade gravou em um desvão que junta o estilo das duas bandas mais importantes da GRÃ BRETANHA.
Sacaram? Aceito de bom grado um talvez…
Posto essa enxurrada de raridades, porque este mês CLIFF BENNETT & THE REBEL ROUSERS teve matéria na revista RECORD COLLECTOR. O grupo foi batizado com o nome de música de DUANE EDDY, guitarrista americano criador da maioria dos “RIFFS LUGAR COMUM” do ROCK, e que a gente ouve por aí até hoje!!!!
A banda é bem legal. Tem um QUÊ do DAVE CLARK FIVE. Inclusive no vocal de BENNETT, que emula MIKE SMITH, mas oscila de VAN MORRISON a STEVE MARIOTT.
Claro, claro, a voz e interpretação de CLIFF BENNETT tem alfinetes de WILSON PICKETT e ARTHUR CONLEY. E de seu ídolo mor: JERRY LEE LEWIS. O ROCK e a BLACK MUSIC americana estão na genética sonora dele e da banda.
A foto dele está no meio e pra baixo com os dois principais discos em único CD.
Todos aqui na foto tocavam para animar bares e clubes. Vários foram admirados por outros artistas, e são históricos.
Vejam alguns: LONG JOHN BALDRY, CHRIS FORLOWE, ALEXIS KORNER, GEORGE FAME, ARTWOODS, JOHN MAYALL, GRAHAN BOND e MANFRED MANN, STEAMPACKET… São discos mais para o R&B, SOUL incluído.
Há outros tão raros e tão bons quanto. E precisaria de espaço imenso e inviável para postar.
CLIFF BENNETT, que não foi nenhum ídolo, gravou relativamente pouco. Está com 83 anos e parou alguns anos atrás. Ele e banda profissionalizaram-se antes dos BEATLES, depois foram empresariados por BRIAN EPSTEIN, e o maior sucesso foi a composição de JOHN & PAUL. “GOT GET YOU INTO MY LIFE” – que está no álbum REVOLVER.
É um R&B vigoroso, e a cara dos “REBEL ROUSERS”, e fez sucesso em 1966.
PETE TOWSHEND escreve no prefácio da biografia de CLIFF, que THE WHO em peso gostava do grupo. Porque coeso, dançante, e very COOL…
Para quem sabe um pouco sobre as bandas e músicos que agitavam as noites de inglesas, na primeira metade da década de 1960, percebe que os REBEL ROUSERS tinham aquele quê de R&B misturado ao ROCK e pitadinhas de JAZZ, que botavam os “nossos ídolos” para festejar, beber e dançar.
O grupo tinha a base daqueles tempos: vocalista, duas guitarras, baixo, bateria e teclado. Mas, para soar mais ao R&B criaram uma sessão de metais que, mais ou menos por acaso, em vez de juntar um trompete ao SAX, convocou outro SAX.
Esta fusão deu sonoridade original à banda. Anos depois, VAN MORRISON fez mais ou menos isso em sua banda.
Claro, o repertório é cheio de covers e alguns plágios, muito comum naqueles tempos. Mas funciona e muito.
Não sei se alguém salivará. Mas, é naco de história e música muito divertida. Vale uma ouvida no STREAMING…
POSTAGEM ORIGINAL: 20/10/2023
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ZOMBIES – COMPLETO + ODISSEY & ORACLE – E AS ORIGENS DO POP BARROCO

É curiosa a semelhança entre o início e o destino das carreiras de três bandas inglesas contemporâneas na segunda metade dos anos 1960: o PROCOL HARUM, engravidado pelo “PARAMOUNTS”; os MOODY BLUES, da primeiríssima fase ( “GO NOW”, 1965 ); e os ZOMBIES, em” BEGGIN HERE” .
Todas fluíram do BEAT para a PSICODELIA e, depois, em direção ao ROCK PROGRESSIVO.
Os ZOMBIES foram a exceção, encerrando a carreira com disco síntese de uma das vertentes do ROCK PSICODÉLICO, o POP BARROCO, no clássico “ODESSEY & ORACLE”, de 1968.
É obra artística e comercialmente bem sucedida. E “cult no úrtimo”, como dizem alguns amigos do interior paulista, com merecida e crescente fama no correr dos tempos.
Mas, notem: “TIME OF THE SEASON”, 1968, o hit perene do álbum, foi “emulado” do primeiro SINGLE de sucesso dos próprios ZOMBIES, em 1964: “SHE IS NOT THERE”, é o nariz de um, e o “nazone” do outro…
Porém, ODESSEY & ORACLE não é um disco seminal.
Eu argumento; entre 1966 e 1967 há SINGLE dos BEATLES ( ELEANOR RIGBY, 1966, que inaugurou o POP BARROCO). E nada menos do que TRÊS dos ROLLING STONES ! ( LADY JANE, 1966; RUBY TUESDAY e DANDELION, 1967 ). E, mais dois clássicos do PROCOL HARUM: “HOMBURG”. E, principalmente, “A WHITER SHADE OF PALE” – hit internacional perene e a música mais tocada na Inglaterra em todos os tempos, ambas de 1967.
Existem outras, mas essas bastam!
E há, principalmente, LONG PLAYS que estabeleceram a vertente. Eu recordo alguns curiosamente de bandas americanas, que pavimentaram o caminho: Os TRÊS PRIMEIROS do “LOVE”; o pouco lembrado e também cult ” PRETTY BALLERINA” , gravado por “THE LEFT BANK”. E, claro, “PET SOUNDS” dos BEACH BOYS. Todos foram realizados entre 1966 e 1967, e nitidamente inspiraram os ZOMBIES.
Acho, também, que o disco dos “RASCALS”, “ONCE UPON A DREAM”, um LP. de R&B PSICODÉLICO, de 1968, tem alguma ligação com “TIME OF THE SEASON” – muitos talvez discordem.
Vou recordar duas músicas gravadas na Inglaterra, em 1968, e SINGLES MAGNÍFICOS, e de sucesso, também incluídos no POP BARROCO, “ELOISE”, de BARRY RIAN. E McARTHUR PARK, com RICHARD HARRIS.
Os ZOMBIES fizeram quase por acaso o disco mais claramente definidor e definitivo da vertente, que subsistiu um pouco além, e talvez tenha findado no clássico do KING CRIMSON, “ISLAND”, 1971.
E para não esquecer, o cerne dos três primeiros discos solo de COLIN BLUNSTONE, o vocalista dos ZOMBIES, são também POP BARROCO, e consequências diretas de “ODISSEY & ORACLE”.
Aliás, a fama e reconhecimento do primeiro entre eles, “ONE YEAR”, 1971, vem crescendo, e muito entre colecionadores e a crítica especializada.
Haja fôlego para encher a paciência de todos, enumerando discos quase VINTAGE! Mas, procurem ouvi-los.
Os ZOMBIES estão no ROCK AND ROLL HALL OF FAME, graças ao reconhecido clássico que fizeram.
E, mesmo assim, como observou há mais de 40 anos meu amigo e de muitos por aqui, Rene Ferri, em seu fanzine “WOOP BOP”, “nunca se colecionaram fotos de COLIN BLUNSTONE “…
POSTAGEM ORIGINAL: 20/10/2019
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SIMPLY RED: BIG LOVE / KAREN SOUZA ESSENTIALS 2 – POP CONTEMPORÂNEO.

Os dois discos são parte da última compra que fiz, uns dias atrás, procurando na Pops Discos Pops, minha loja predileta, em SAMPA.
Pois bem; nada demais, porém estão dentro dos critérios que meu querido falecido amigo Jean Yves Neufville usava quando a entressafra de qualidade apitava na curva. E isto sempre aconteceu e acontecerá. “Pô, Sérgio: eu não peço demais. Apenas um disquinho pop decente para escutar…”
E decentes os dois cds são. Mesmo estando o SIMPLY RED abaixo de seu melhor momento, conserva a verve do R&B bem feito, mas tecnicamente deixando um pouco a desejar. Achei a mixagem algo insípida, homogênea demais.
Para compensar, uma surpresa curiosa: o guitarrista é KENJI SUZUKI, blues-rocker pesado na linha GARY MOORE, famoso no Japão, por ser bom de improviso e Jams Sessions. Conheço um raríssimo e muito bom disco ao vivo dele com o baterista ANTON FIER, e o baixista JACK BRUCE, tocando CREAM e arredores. Tentei obter, mas custa o terceiro olho. Pois bem, SUZUKI, não altera o jogo, faz o esperado, porém abaixo do que fez HEITOR T.P. quando guitarrista do RED.
No conjunto da obra, SIMPLY RED – BIG LOVE é um disco agradável, e valeu o risco pelo preço que paguei: algo em torno de R$ 15,00.
KAREN SOUZA é uma argentina vendida ao mundo como cantora de jazz. Não é; faz um pop chegado ao lounge. Tem voz interessante, canta um tanto previsivelmente em inglês, mas causa interesse por seu charme e timbre.
O disco é um sumário do pop contemporâneo de FM, com o tingimento lounge lambendo o jazzistico. E serve para quem gosta de vocal feminino na fronteira do descartável. Não é disco para meus amigos Pierre Mignacou@Rodrigo Marques Nogueira. Mas cai bem para@Antonio MolitorJogador Número Quinze e todos os que gostam do pop deslavado.
Também valeu a pena pelo preço ultra acessível. R$ 15,00.
Resumindo, tio Sérgio curtiu novidades pelo preço de uma cerveja e um sanduíche de mortadela. Diversão a considerar.
POSTAGEM ORIGINAL: 20/10/2020
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STEVE CROPPER, POP STAPLES & ALBERT KING – JAMMED TOGETHER, STAX , 1988

Anos atrás, alguém disse que guitarristas como STEVE RAY VAUGHN, RORY GALAGHER, ERIC CLAPTON e um montão, não faziam BLUES, mas ROCK.
Eu fecho com a gravadora BEAR FAMILY, que fez 4 boxes, com três CDS cada, historiando o BLUES do acústico ao elétrico em suas diversas vertentes. Eles garantem que a turma do primeiro parágrafo faz BLUES, sim!
Neste magnífico disco gravado por três luminares do ELECTRIC BLUES AMERICANO, e ricas adjacências, dois deles estão entre os TOP em quaisquer tempo e época: KING e CROPPER.
JAMMED TOGETHER é o BLUES elétrico mais tradicional. Os três são seguidores dos modernos fundadores da guitarra no BLUES, gente como B.B.KING, FREDDY KING, e do próprio ALBERT.
Eles não fazem as pirotecnias dos BLUES ROCKERS da década de 1960/1970 em diante. Usam pouca distorção, cuidam do ritmo, do andamento e do melódico. E não se distanciam do original R&B.
Se você quiser uma aula da tradição, e mais atualizada do nunca, procure esse disco.
A ficha técnica da minha edição, 1990, não é das mais completas. Não cita quem são os excepcionais baixista e baterista que participaram, imprescindíveis para que um projeto executado por artistas desse nível arrase!
Tio Sérgio fez umas pesquisas e acha que são respectivamente, DUCK DUNN e ANTON FIG. Mas, não conseguiu comprovar.
Em tempos tão empobrecidos, onde o BLUES e sua tristeza podem ser opção de “cardápio”, JAMMED TOGETHER nos faz entender o porquê do BLUES sempre animar quaisquer festas!
Quem não tiver, não passa de ano em BLUES/ROCK!
Vá atrás!
POSTAGEM ORIGINAL: 11/10/2022

ÍCONES SUPREMOS: VELVET UNDERGROUND & NICO, 1967. KING CRIMSON – IN THE COURT OF THE CRIMSON KING, 1969.

SÓ PRA COLOCAR O SEGUINTE:
“BRIAN ENO” DISSE QUE O “VELVET UNDERGROUND & NICO” VENDEU POUCO, NO LANÇAMENTO. MAS, TODO MUNDO QUE OUVIU MONTOU UMA BANDA DE ROCK”!
SEM FALAR DA CAPA ICÔNICA E INESQUECÍVEL DE “ANDY WHAROL” .OU SEJA, É UM CLÁSSICO SEMINAL!!!
“TIO SÉRGIO” VAI ALÉM E VATICINA:
QUEM CRESCEU NAS DÉCADAS DE 1960 E 1970, GOSTA DE ROCK
OU COLECIONA DISCOS JÁ CONHECE O MAGNÍFICO E ATEMPORAL CLÁSSICO DO “KING CRIMSON”!
ALIÁS, ” IN THE COURT OF THE CRIMSON KING” É O ÁLBUM MAIS EMBLEMÁTICO DE TODOS OS TEMPOS DO CHAMADO “ROCK PROGRESSIVO”! SÃO QUASE SINÔNIMOS!!!
PENSANDO MELHOR: QUASE TODOS JÁ TÊM OU VÃO TER O “VELVET UNDERGROUND & NICO”, TAMBÉM.
SÃO DISCOS INPRETERÍVEIS, INDISPENSÁVEIS, ADORÁVEIS!
POSTAGEM ORIGINAL: 02/10/2020
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PSICODÉLICOS E PROGRESSIVOS – TÓPICOS E ÉPICOS DA MINHA JUVENTUDE

TIO SÉRGIO é generoso e imenso feito o PACÍFICO e o ATLÂNTICO ( juntos, claro ). Então, mostro discos da fase de transição de meu gosto pessoal, que aconteceu mais ou menos entre de 1969 a 1971, e pegou, claro, discos um pouco anteriores.
THE MOODY BLUES – “IN SEARCH OF THE LOST CHORDS”, 1968. Eu já conhecia “NIGHTS IN WHITE SATIN”, compacto lançado aqui, em 1968, e sucesso internacional.
Certo dia em 1969, lá por setembro, eu latindo e babando feito cachorro em frente da máquina de assar frango, fiquei um tempão olhando a vitrine da HI-FI DISCOS, loja icônica em SAMPA, mais de meio século atrás.
Estava lá o LONG PLAY! Eu não tinha grana para comprar – o normal, como sempre!
Porém, eu já namorava a ANGELA, minha esposa e eterno amor que, também criança, perguntou o que eu gostaria de ganhar em meu aniversário! E foi lá e gastou a mesada no LONG PLAY!
Pois bem, é obra de arte da PSICODELIA INGLESA, e viagem sensível da qual não retornei até hoje!!!
PROCOL HARUM – SHINE ON BRIGHTLY, 1968 . É o segundo disco da banda, que escutei, adorei, repeti e curto até hoje. O lado A é PSICODELIA memorável. O lado B é ROCK PROGRESSIVO MEZZO SINFÔNICO, já em desenvolvimento pleno. Há GARY BROOKER, MATHEW FISCHER, ROBIN TROWER e B.J.WILSON em conluio/colóquio e conjunção artística magnífica. “IN HELD TWAS IN I”, peça que ocupa todo o segundo lado, fez com que eu siderasse espaço/tempo!
PINK FLOYD – ATOM HEART MOTHER – 1970 – Viagem imersiva na própria alma, e na própria vida, em álbum fabuloso, em minha opinião o melhor que fizeram.
O grupo odeia o disco, um desenvolvimento a partir das trilhas sonoras que haviam feito para a trilha do filme ZABRISKIE POINT, e outros experimentos. Não sei se fizeram edições melhores.
Talvez agora, 53 anos após o lançamento, nos brindem com edição à altura da obra!
Eu nunca vi uma holandesa. Então, me apeguei à vaquinha da capa!!!!
JETHRO TULL – ACQUALUNG – 1971. Qualquer dia faço um ensaio realmente significativo. Dizer o quê? A banda já era um espetáculo de originalidade, criatividade e beleza, quando gravou a talvez obra prima superior do PROGRESSIVE FOLK/HARD ROCK.
É outro álbum pelo qual babei em vitrines!!! Porém, Tia Cezarina, algo distante do meu cotidiano, falou que estava de viagem para os ESTADOS UNIDOS.
Eu não tive dúvidas, e na cara de pau pedi a ela que trouxesse algum disco de lá. Pediu uma relação. ..
Dois meses depois, telefonou e falou para eu passar no apto dela. Estavam lá “apenas” JEFFERSON AIRPLANE, “THE WORST OF”; JETHRO TULL, “ACQUALUNG”; POCO, “DELIVERING”; RASCALS, “TIME PEACE”, GREATEST HITS”; GRATEFUL DEAD “LIVE” duplo, e alguns SINGLES, que nem vou citar!!!
E mais não direi.
POSTAGEM ORIGINAL: 03/10/2023
Pode ser arte de 1 pessoa e texto que diz "Shine On Brightly Jicthro Aqualung"