MEMÓRIAS ESPARÇAS

22/06/2021: POBRES, MUITO POBRES:
NÃO SOMOS O PAÍS DOS DESCAMISADOS.
SOMOS A SOCIEDADE DOS CHINELOS DE DEDO.
SÍMBOLO DA POBREZA INDECENTE!
22/06/2021: DIÁLOGO “SURREAL”.
FRIDA KAHLO: -“O QUE É PRECISO PARA UM BOM CASAMENTO?
O PAI: -“MEMÓRIA CURTA”.
22/06/2022: ZANIN: MINISTRO DA COTA DO LULA. ADVOGADO SEM NENHUMA REPUTAÇÃO ACADÊMICA.
PASSARIA EM UM CONCURSO PÚBLICO?
NÃO TEM ESTATURA PARA O CARGO.
NÃO É, SENADORES?
22/06/2023:MINISTROS DO SUPREMO:
PRECISAM TER FORMAÇÃO ACADÊMICA SÓLIDA, PORQUE O VOTO É SEMPRE POLÍTICO.
O INDISCUTÍVEL SABER JURÍDICO E A REPUTAÇÃO ILIBADA GARANTEM A LEGITIMIDADE POLÍTICA DOS VOTOS.
22/06/2019: O CONSERVADORISMO LIBERAL É A ÚNICA DIREITA INTELECTUALMENTE JUSTIFICÁVEL NO MUNDO CONTEMPORÂNEO.
22/06/2024:”NÃO SE PODE ACHAR A PAZ EVITANDO A VIDA”.
Virginia Wolf

MATURIDADE, UMA CONSTRUÇÃO INSTÁVEL!

Todos são cobrados por escolhas e atitudes que exerceram quando jovens. É o esperado.
Na minha geração – e não só nela – quem vivenciou, experimentou o mundo contra o “bom senso” recomendável, geralmente o fez porque a ousadia é conteúdo essencial e urgente; ingrediente da coragem necessária para enfrentar a vida.
Sentado em um boteco legal e logo após um jogo de Copa do Mundo, um rapaz oriental de uns trinta anos se justificava com alguém próximo – que certamente o condenava – por não ter acertado algumas decisões na vida tidas como sensatas . Não fiquei sabendo quais…
Não me espanta e nem me ressinto. Mas, o aconselhamento por certas normas que a inércia recomendaria, estão na essência do que prega qualquer educação informal ou familiar: o “jogar parado”; repetir o “mundo conhecido”, que tudo se ajusta.
Não é verdade, claro!
Difícil opinar. Mas, exigir maturidade quando alguém é muito jovem é injusto. Pensar, saber e planejar a vida é requisito para maturidade ensinada ou já aprendida. Não é automático, muito menos “natural! É preciso considerar que a vida de cada um vai muito além da cartilha rudimentar que as tradições recomendam.
É bom aceitar os erros dos mais jovens com certa tolerância e parcimônia. Um pouco de compaixão está na fórmula da elegância e da sabedoria de viver. E faz bem pra todo o mundo.
Como disse a personagem da escritora VIRGÍNIA WOOLF, no filme “AS HORAS”: “Não dá para encontrar a paz evitando a vida”.
POSTAGEM ORIGINAL: 20/06/2018

ESCORPIÕES NA POLÍTICA

REFLETINDO SOBRE PASSADO RECENTE: 2017, 2018.
TIO SÉRGIO, O SENSATO, ANDA UM TANTO PREOCUPADO COM A SAFRA DE POLÍTICOS QUE AMEAÇA SUBSTITUIR OS ESCORPIÕES EM VIGÊNCIA.
O NOSSO ATUAL TERRÁRIO DE ARTRÓPODES ANDA SINALIZANDO MUDANÇA ENTRE AS ESPÉCIES DO HABITAT. SAEM OS BRANCOS E VERMELHOS, E ENTRAM OS VERDE-AMARELOS.
NÃO SE ILUDAM, PORQUE CONTINUARÃO VENENOSOS. MAS, ESCONDIDOS E CAMUFLADOS NAS FOLHAGENS.
URNAS, NO BRASIL, TÊM FERRÕES.
POSTAGEM ORIGINAL 2022
E NÃO DEU OUTRA TAMBÉM EM 2022…
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PRESTIGE RECORDS – JAZZ DE ALTA CLASSE – BOX SETE 1949/1971

BOX SENSACIONAL, BEM AJEITADO, E PEGANDO OS 22 ANOS DE EXISTÊNCIA DA GRAVADORA. SÃO 4 CDS, COM MUITO BOA QUALIDADE SONORA, E ACOMPANHA LIVRETO DETALHADO SOBRE A GRAVADORA, SEU CAST E ACERVO.
RESUMINDO, VAI DE “MOSES ALLISON” A “ZOOT SIMS”, PASSANDO POR “MILES DAVIS”, “JOHN COLTRANE”, “GEORGE BENSON”, “KING CURTIS” E MUITOS E MUITOS OUTROS.
COMO SUAS CONCORRENTES, “BLUE NOTE”, “VERVE”, “PABLO”, “CONTEMPORARY”, “CONCORD” E DIVERSAS QUE APARECERAM NO DECORRER DO SÉCULO XX. A “PRESTIGE” TAMBÉM FEZ A HISTÓRIA DA MELHOR MUSICA AMERICANA.
ESTE BOX É MISCELÂNEA DE ALTÍSSIMA QUALIDADE ARTÍSTICA, E COM PARTICIPAÇÃO DE TODO O “CAST”. E CUSTAVA RELATIVAMENTE BARATO – UNS 30 DÓLARES -, PORQUE INTRODUÇÃO PARA UMA ACERVO PRECIOSO!
TIO SÉRGIO GARANTE: HOJE ANDA MEIO RARO; É SEM CONTRA INDICAÇÕES E VALE CADA CENTAVO GASTO.

POSTAGEM ORIGINAL: 18/06/2018

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METAMORFOSES DO BARULHO BRANCO. O ROCK PESADO AMERICANO EM TRANSIÇÃO: 1967/1971

A HISTÓRIA DO ROCK ALÉM DE IMENSO QUEBRA-CABEÇAS, É MUITO SEMELHANTE A UM JOGO DE DOMINÓ ABASTECIDO COM BEM MAIS PEDRAS, PONTOS BRANCOS OU ESPAÇOS
OBSERVE:
NO DOMINÓ CADA PARTICIPANTE VAI CONSTRUINDO UMA LINHA DE JOGO ALEATORIAMENTE, BASEADA NAS 28 PEÇAS QUE ADQUIRE NA MESA, OU TEM NA MÃO.
ESSA CONSTRUÇÃO É SEMPRE SEQUENTE À OUTRA PEDRA JÁ COLOCADA POR QUALQUER JOGADOR.
OU SEJA, AS LINHAS DE JOGO VÃO PARA DIREÇÕES DIFERENTES, ÀS VEZES SE CRUZAM, OU CRIAM DIVERSAS RAÍZES PARA OUTRAS JOGADAS.
É SEMELHANTE À HISTÓRIA DE QUAISQUER INVENÇÕES, OU ARTES.
NA MÚSICA OS ARTISTAS SE BASEIAM EM OUTROS, CRIAM EM VÁRIAS DIREÇÕES, CHEGAM A RESULTADOS DIVERSOS, QUE GERAM CAMINHOS PARA POSSÍVEIS OUTRAS CRIAÇÕES.
QUER DIZER, FORMAM-SE MISCELÂNEAS INTERMINÁVEIS, E NINGUÉM SABE AO CERTO A ORIGEM E O QUE INFLUENCIARÃO FUTURAMENTE…
IMITA AS RELAÇÕES ENTRE MULHERES E HOMEM, E SEUS ETERNOS DILEMAS.
É ININTERRUPTO, IMPREVISÍVEL E FASCINANTE!
Os discos aqui postados são ROCK PSICODÉLICO, ou derivados dele.
Grosso modo, mas já refinando, podemos traçar linhas que prosperaram no futuro imediato, ou nem tanto:
Hit e referência eterna, o IRON BUTTERFLY com o cult-clássico “IN-A-GADDA-DA-VIDA”,1968, foi sucesso comercial e de crítica inédito para obra tão diferenciada.
A longuíssima faixa título, executada em rádios underground, foi das primeiras a romper a ditadura dos SINGLES. O vocal algo fantasmagórico de DOUG INGLE, resvalando o barítono; e a integração guitarra – órgão típica do final dos anos 1960 é, também, a identidade irremovível do DEEP PURPLE, em mais de 55 anos de atividade e ROCK PESADO!
O VANILLA FUDGE, outra grande banda, revelou dois ícones: CARMINE APPICE, baterista; e TIM BOGERT, baixo.
O nome da banda é um achado em criatividade. Para simbolizar a MÚSICA NEGRA e o ROCK…hum…BRANCO usaram o sorvete como metáfora:
Um SUNDAE, e dois de seus acompanhamentos frequentes: o creme de chocolote (FUDGE), e a baunilha (VANILLA).
Eram especializados em transcrever repertório POP, principalmente MÚSICA NEGRA, para o ROCK PESADO e PSICODÉLICO. Entre 1967 e 1969, gravaram cinco Lps colecionáveis.
Ah, você quer saber de onde o URIAH HEEP pescou seu estilo? Ouça o FUDGE. Está tudo lá!
IRON BUTTERFLY e VANILLA FUDGE formam entre os primeiros a transpor a linha da PSICODELIA para o ROCK PROGRESSIVO. Barulho e arte!
Então, procure ouvir o ‘FUDGE’ em”YOU KEEP ME HANGING ON”, hit original da SOUL MUSIC, arranjado em HARD ROCK. E aproveite para conhecer a versão HARD-PSYCH do FRIJID PINK para “THE HOUSE OF RISING SUN”.
A conjunção entre guitarras pesadas distorcidas e órgão, são a base, também, do STTEPENWOLF.
Lembrem-se do memórável e imprescindível hit “BORN TO BE WILD”, sucesso em 1968.
Depois, engate direto e curta o BLUE CHEER, com SUMMERTIME BLUES”, clássico dos anos 1950 em versão muito mais pesada do que fez THE WHO – por incrível que pareça!!!
O destaque é o vocal do baixista DICK PETERSON, o primeiro vocalista gritalhão e galináceo do ROCK. Inspiração para o HEAVY METAL, em geral, e para outros como DAVID COVERDALE, ROBERT PLANT, GLEHN HUGUES, IAN GILLAN, e tantos diversos vários!
Agora, dois casos excepcionais, que mesmo diferentes entre si, acabaram convergindo para o METAL e o HARD-ROCK.
AMERICAN AMBOY DUKES no início, 1965. Era um ótimo grupo garageiro que revelou TED NUGENT, excelente guitarrista, show man espetacular e workaholic persistente.
NUGENT liderando AMBOY DUKES aguentou a onda por dez anos. Gravaram 11 discos na base da obstinação, e todos colecionáveis.
Venderam pouco, mas e daí?
No começo, a sonoridade era clara e contraditoriamene PSYCH ROCK. Mesmo porque NUGENT expulsava da banda quem tentasse tomar qualquer tipo de drogas!!! Mas sempre fizeram música pesada caminhando para o HEAVY.
TED NUGENT era teatral e inventava coisas para não sair da mídia. Ele se auto-intitulava o “o maior guitarrista do centro-oeste americano”! Por volta de 1972/1973, ficaram célebres os duelos de guitarra que fazia com músicos tipo MIKE PINERA e FRANK MARINO…
Finalmente, em 1974, contratado pela EPIC, aproveitou a onda – e também a estrutura – que o AEROSMITH vinha consolidando, e deslanchou carreira diretamente para o HARD ROCK e proto-METAL.
TED NUGENT, ícone às avessas é, ao mesmo tempo, politicamente reacionário e roqueiro incendiário. Caso único!
Também na base do solavanco e boas ideias de marketingg, os eternos bad boys alternativos do ROCK, o POWER TRIO GRANDFUNK RAILROAD se impôs contra a mídia e a crítica.
Garageiros, faziam rock pesado, duro e sem açúcar. Tocam seco e rude. Têm repertório combinando HARD ROCK a um pouco de BLUES e o que viesse. E sempre com a sutileza de um caxalote em aquário de peixes ornamentais.
A mídia os odiava. Mas o fã clube era imenso. E é até hoje!. Acho difícil alguém não gostar de seu ROCK HONESTO, DIRETO e AUTÊNTICO. E até do vocal galináceo do bom guitarrista MARK FARNER.
No lançamento do álbum CLOSER TO HOME, 1970, alugaram um Outdoor em plena TIME ´S SQUARE, em Nova York. Ousadia cara que deu resultado imenso.
E o álbum duplo, GRAND FUNK RAILROAD LIVE, também de 1970, tem uma das capas mais evocativas e espetaculares do ROCK!
Mas TIO SÉRGIO, duas perguntas:
Por que o HENDRIX, que é negão, mesmo em trio com dois brancões ingleses, está no barulho branco?
E por que o DUST no final desse …”evento”.
É o seguinte: e quem disse que todos na foto, de um jeito ou de outro, não derivaram em parte do RHYTHM AND BLUES?
Vou falar quase nada de HENDRIX.
Porque emulando CAUBY PEIXOTO:
“CONCEIÇÃO, I REMEMBER VERY WELL…”SUBIU, TODO MUNDO SABE, E TODO MUNDO VIU”…
JIMI HENDRIX é fruto do R&B, ao qual misturou e expandiu com a PSICODELIA vigente.
Juntou com informações do ROCK INGLÊS de PAGE, CLAPTON e BECK, e principalmente, do CREAM. E deu no EXPERIENCE.
Subiu muito, muito além de sua própria formação. HENDRIX é base para muita coisa. Elevou a distorção e o barulho ao estado da arte; e suas experimentações certamente estão na base do ROCK PROGRESSIVO…
E mais ainda do HEAVY METAL e do HARD ROCK.
Alguém discrepa?
O DUST, 1971, é exemplo ultra – expressivo do “CROSSOVER” entre o ROCK AMERICANO e o INGLÊS. Nenhuma banda se aproxima tanto do BLACK SABBATH ( ouçam “FROM A DRY CAMEL ); e simultaneamente do KISS e dos RAMONES, a quem certamente influenciaram!
TIO SÉRGIO argumenta: os primeiros discos do KISS foram produzidos pelo guitarrista do DUST, “RICHIE WISE”. E o baterista MARK BELL é ninguém menos do que o MARK RAMONE…
E outra curiosidade: as duas bandas mais queridas da turma do rock, porém frontalmeente contestadas e malhadas pela crítica, do final dos anos 1960 a meados da década de 1970, foram o GRAND FUNK e o KISS…
Não há PUNKS que não os admirem!!
Só que intrigantes, mesmo, e todos conectados ao futuro PUNK ROCK, principalmente por atitudes, e a rudeza das propostas sonoras, é a turma que vem a seguir:
MC5 , “KICK OUT THE JAMS”, 1968, está entre os discos mais barulhentos da história! Em nível com o SLADE ALIVE, de 1973. Napalm sonoro seminal!
IGGY POP & STOOGES, e ALICE COOPER, teatrais, barulhentos e anárquicos, estavam longe da qualidade artística suposta para alguns de seus colegas de primórdios.
Ambos transformavam seus shows em balbúrdia imensa e iconoclasta.
IGGY foi salvo por DAVID BOWIE, lá por 1973, quando sem rumo e porquês.
Depois, migrou de um PROTO-GLAM para o PUNK na boa, e por suas inegáveis “credenciais”.
ALICE COOPER foi sensação nos 1970. Começou na gravadora STRAIGHT, de FRANK ZAPPA, que gostava do show macabro realizado pela “pior banda da Califórnia” – puro marketing, claro!
Estiveram por aqui, na época. Horror e diversão explícitos transmitidos pela TV!
Dizem que VINCENT FOURNIER, na “vida civil” é pessoa agradável e refinada. Achou o nome artístico de ALICE COOPER mexendo em uma “Táboa de Ouija” – um instrumento para “atiçar os espíritos”, usado por esotéricos e quetais. Vai saber…
Bom, cada um com seus “pobremas, diverssões e conçeitos”: mas eu acho “I’M EIGHTEEN” de ALICE COOPER, que saiu em compacto no Brasil, em 1971, PSICODELIA PESADA e BRABA a caminho do PROTO-PUNK-METAL. É hino juvenil tão legal e relevante quanto MY GENERATION, do WHO!, ou REBEL, REBEL, de BOWIE.
Essa turma toda, e muitos e muitos mais, estão nos primórdios de estilos que há mais de cinquenta anos vieram para ficar.
É prestar atenção e notar que o som básico e a magia continuam mais ou menos os mesmos.
O que mudou, evoluiu, foi a tecnologia e a expansão imensa de subgêneros que, sempre, deixam um halo já visto, experimentado e sabido.
Ou, não?

POSTAGEM ORIGINAL: 20/06/2021

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O MODUS OPERANDI EM POLÊMICAS NAS REDES SOCIAIS, E A SUGESTÃO QUE RECEBI POR TER DIVERGIDO:

Pessoa amiga terminou abruptamente um debate sobre a maioridade penal, com a veemente sugestão de que eu descolasse uma sonda e “prospectasse o meu pré-sal”!
Claro, não foi com a elegância estilística com a qual o Tio Sérgio trata concordantes e adversários: me mandou, na lata, tomar no “Marquês do Rabicó”!
Ooops… também não foi com essas palavras.
Como não colocou ponto final na frase, eu entendi que a prescrição era para várias sessões, tipo quimioterapia ou lancetagem de algum furúnculo. OOOPS!
Então, eu pensei: se a pessoa é formada em biologia e não em medicina, então a receita tem mais a ver com análise clínica.
Quem sabe proctologia; e certamente não com urologia, tipo exame de próstata.
É pura especulação, claro, já que o diagnóstico, correto ou não, imediatamente implicou na sugestão da terapia.
Pretendo consultar outras opiniões, já que por convicção – e, talvez, ignorância – nunca tomei desse remédio…
Aí, eu pensei de novo, mas será que é preciso prospectar tão fundo? Puxa, será que não existe alguma jazida digamos…mais próxima da lâmina d`água?
Não! É uma questão de filosofia profissional e método de trabalho, especulei.
Se apareci com os sintomas, ou as queixas, como as que desfilei durante a discussão, o remédio é esse mesmo.
Por isso, eu recordei quando estudei na Universidade de Patópolis! Ooops, na USP, na FFLCH, a Escolinha dos Professor Raimundo, onde fui aluno dos grandes mestres LUIZ PEREIRA, JOSÉ ÁLVARO MOISÉS, GABRIEL COHN, FRANCISCO WEFFORT, JOSÉ AUGUSTO GUILHON de ALBUQUERQUE…
Também local de trabalho de incontáveis sábios do passado, que infelizmente não não deram aulas para mim, tipo FLORESTAN FERNANDES e FHC e CLAUDE LEVIS STRAUSS.
Lá, tentaram ensinar algumas coisas sobre o pensar, o fazer, discutir; ou até militar a favor ou contra alguma causa.
Em linhas gerais, há dois tipos de intelectuais, professou GRAMSCI: o acadêmico e o orgânico.
Sem qualquer pretensão, mas já que todos de um jeito ou de outro se propõem a interferir como cidadãos na realidade, e o Facebook é um instrumento para isso, quando entro em debates, sambo na avenida com meus amigos. Discuto e tento defender as minhas teses.
É o que estou de algum jeito fazendo. Ou seja: sendo orgânico e não acadêmico. Assim como todos aqui.
Então, se hoje não vou para as ruas organizar a matilha, não significa que eu não faça nada. É o meu estilo, e tão válido como outros quaisquer.
E, se muitas vezes eu não concordo com posturas mais à esquerda, ou à direita; ou mais pretensamente identificadas com o que se acha que a ESQUERDA e a DIREITA em geral pensam; não é porque seja egoísta ou REACIONÁRIO.
Mas porque em momentos de muita polêmica e divisão, como este, sempre há respostas alternativas e muitas vezes mais adequadas. É isso.
Agora, eu já decidi. Não vou tomar o remédio que me foi prescrito.
Então, ex-amigo, sugira outra terapia para quem conseguir te aturar. E larga de ser cretino, boçal e malcriado!
POSTAGEM ORIGINAL: 19/06/2018
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BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL, E “OF THESE REMINDERS” – TRIBUTO DE OUTRAS BANDAS AO BLACK TAPE…OPÇÃO 3

O Lado cinzento da minha COLEÇÃO agrega modernidades menos consideradas, grupos e artistas que buscam estéticas fora do MAINSTREAM, e com variado grau de quase-sucesso. Os diversos discos e artistas que retive na DISCOTECA, são instigantes e plenos de boa música.
Nesta postagem apresento a vocês o
BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL. É um exemplo perfeito do ETHEREAL, DO DREAM POP.
O grupo começou em 1986, e navega pela MÚSICA AMBIENTE, o GÓTICO e mescla outras tendências da música eletrônica relevante.
O que nos leva a SAM ROSENTHAL.
SAM é “MICRO-HEROI ALTERNATIVO AMERICANO”: um intelectual “multi-tarefa” neste nicho. Está na foto um romance dele distribuído com um dos CD da banda.
ROSENTHAL tornou-se um pequeno mito na Cultura alternativa. Reputação construída ao longo de 40 anos.
Descobri no Google que ele, o filho e um cachorro moram no Oregon, Estado distante mas não remoto, logo acima da CALIFÓRNIA, e a caminho do frio CANADÁ.
É um lugar que, aos poucos, transformou-se em espécie de reduto de artistas e pessoas não convencionais.
Por lá, são tolerados comportamentos sociais e sexuais destoantes, e experimentos com drogas. E, também, onde foi criada, ou conservada, música soberba como a feita pelo grupo OREGON. Um “quasi-JAZZ”,”mezzo WORLD MUSIC”, com pitadas FOLK – CAMERÍSTICO-PROGRESSIVO.
SAM construiu o “BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL”. E mais: montou a gravadora PROJEKT, que grava ALTERNATIVOS na linha do ROCK GÓTICO, ETHEREAL, COLD WAVE, DREAM POP e prospecções afins.
Curiosamente, o que parecia sonoridade tipicamente europeia, foi potencializada nos EUA.
Com o tempo, a gravadora tornou-se quase média empresa, mas faltou distribuição e o vasto etc… necessário para manter o negócio.
SAM ROSENTHAL é um “self-made man alternativo”, tipoLuiz Calanca, da BARATOS E AFINS; ou Rene Ferri, da histórica loja e fanzine WOOP BOP. Três glórias da “resiliência POP”.
Estão na foto alguns discos que tenho do BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL. Todos recomendáveis.
Postei, também, o BOX “OF THESE REMINDERS”, sumo e homenagem de artistas contratados por ele, fazendo COVERS das músicas do BLACK TAPE.
Estão lá STOA, LOVE SPIRALS DOWNWARDS, LYCIA, ATTRITION, THANATOS, ótimos, mas “tão conhecidos” quanto ele…
O BOX é belíssimo, caprichado no limite, como tudo em que SAM se meteu. Serve de introdução ao catálogo da PROJEKT, tipo “FUNDÃO DA WEB do ROCK”.
Recomendo tudo com alguma parcimônia, assim como o BLACK TAPE e os escritos de SAM ROSENTHAL…
Tudo com alguma parcimônia e audição antecipado: mas, confesso: Eu Adoro!!!!
POSTAGEM ORIGINAL: 19/06/2019
Nenhuma descrição de foto disponível.

BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL (2) – SAM ROSENTHAL  “OF THESE REMINDERS” – TRIBUTO AO BLACK TAPE.

O que nos leva a SAM ROSENTHAL.
SAM é um pequeno mito na Cultura alternativa, construído ao longo de 40 anos. Está no Google que ele, o filho e um cachorro moram, hoje, no Oregon, lugar distante mas não remoto, depois da CALIFÓRNIA, e a caminho do frio CANADÁ , e que, aos poucos, tornou-se espécie de reduto de artistas e pessoas não convencionais.
Por lá, são tolerados comportamentos sociais e sexuais destoantes e experimentos com drogas. E, também, é criada ou conservada música soberba como a feita pelo grupo quasi-JAZZ, mezzo WORLD MUSIC e camerístico OREGON.
SAM construiu o BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL. E mais: montou a gravadora PROJEKT, que grava ALTERNATIVOS na linha do ROCK GÓTICO, ETHEREAL, COLD WAVE, DREAM POP e prospecções afins.
Curiosamente, o que parecia sonoridade tipicamente europeia, foi potencializada nos EUA.
Com o tempo, a gravadora tornou-se quase média empresa, mas faltou distribuição e o vasto etc… necessário para manter o negócio.
SAM ROSENTHAL é um self-made man alternativo, tipoLuiz Calanca, da BARATOS E AFINS; e RENE FERRI, da histórica WOOP BOP. Três glórias da resiliência pop.
E este BOX é o sumo dos contratados dele fazendo as músicas do BLACK TAPE. Estão lá STOA, LOVE SPIRALS DOWNWARDS, LYCIA, ATTRITION, THANATOS, grupos ótimos e tão conhecidos quanto ele…
O BOX é belíssimo, caprichado no limite, como tudo em que SAM se meteu. Serve de introdução ao catálogo da PROJEKT, tipo fundão da web do ROCK.
Recomendo o BOX, assim como o BLACK TAPE e os escritos de SAM ROSENTHAL…
POSTAGEM ORIGINAL: 19/06/2019
Nenhuma descrição de foto disponível.

BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL, E “OF THESE REMINDERS” – TRIBUTO DE OUTRAS BANDAS – (1)

O Lado cinzento da minha COLEÇÃO agrega modernidades menos consideradas, grupos e artistas que buscam estéticas fora do MAINSTREAM, e com variado grau de quase-sucesso. Os diversos discos e artistas que retive na DISCOTECA, são instigantes e plenos de boa música.
Nesta postagem apresento a vocês o
BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL. É um exemplo perfeito do ETHEREAL, DO DREAM POP.
O grupo começou em 1986, e navega pela MÚSICA AMBIENTE, o GÓTICO e mescla outras tendências da música eletrônica relevante.
O que nos leva a SAM ROSENTHAL.
SAM é “MICRO-HEROI ALTERNATIVO AMERICANO”: um intelectual “multitarefa” neste nicho. Está na foto um romance dele distribuído com um dos CD da banda.
ROSENTHAL tornou-se um pequeno mito na Cultura alternativa. Reputação construída ao longo de 40 anos.
Descobri no Google que ele, o filho e um cachorro moram no Oregon, Estado distante mas não remoto, logo acima da CALIFÓRNIA, e a caminho do frio CANADÁ.
É um lugar que, aos poucos, transformou-se em espécie de reduto de artistas e pessoas não convencionais.
Por lá, são tolerados comportamentos sociais e sexuais destoantes, e experimentos com drogas. E, também, onde foi criada, ou conservada, música soberba como a feita pelo grupo OREGON. Um “quasi-JAZZ”,”mezzo WORLD MUSIC”, com pitadas FOLK – CAMERÍSTICO-PROGRESSIVO.
SAM construiu o “BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL”. E mais: montou a gravadora PROJEKT, que grava ALTERNATIVOS na linha do ROCK GÓTICO, ETHEREAL, COLD WAVE, DREAM POP e prospecções afins.
Curiosamente, o que parecia sonoridade tipicamente europeia, foi potencializada nos EUA.
Com o tempo, a gravadora tornou-se quase média empresa, mas faltou distribuição e o vasto etc… necessário para manter o negócio.
SAM ROSENTHAL é um “self-made man alternativo”, tipoLuiz Calanca, da BARATOS E AFINS; ou Rene Ferri, da histórica loja e fanzine WOOP BOP. Três glórias da “resiliência POP”.
Estão na foto alguns discos que tenho do BLACK TAPE FOR A BLUE GIRL. Todos recomendáveis.
Postei, também, o BOX “OF THESE REMINDERS”, sumo e homenagem de artistas contratados por ele, fazendo COVERS das músicas do BLACK TAPE.
Estão lá STOA, LOVE SPIRALS DOWNWARDS, LYCIA, ATTRITION, THANATOS, ótimos, mas “tão conhecidos” quanto ele…
O BOX é belíssimo, caprichado no limite, como tudo em que SAM se meteu. Serve de introdução ao catálogo da PROJEKT, tipo “FUNDÃO DA WEB do ROCK”.
Recomendo tudo com alguma parcimônia, e audição antecipada. Assim como o BLACK TAPE e os escritos de SAM ROSENTHAL…
Mas, confesso: Eu Adoro!!!!Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto

“THE ORIGINAL DRIVING ROCK ALBUM” DIVERSÃO GARANTIDA!

É PARTE DE UMA SÉRIE DA EMI LÁ PELO INÍCIO DO ANO 2000. CADA UM DELES TEM O NOME DE “THE ORIGINAL”. E AÍ MANDA “EASY ALBUM”, “JAZZ ALBUM”, SIXTIES, SEVENTIES, NEW WAVE, PUNK, VAI POR 30 CDS! ERAM MUITO ALÉM DO BARATO!

TIO SÉRGIO GANHOU DE BRINDE EM UMA COMPRA PELAS ESTRANJAS. RECEBI, OLHEI MEIO ASSIM DE LADO E FUI DEIXANDO… HOJE, TESTANDO A CRIATIIVIDADE COM OS BOLETOS A PAGAR… E NÃO É QUE…

MÚSICAS DOS ANOS 1980 ANIMADAS PRA DEDÉU!!!!

TEM BRIAN FERRY, BILLY IDOL, MEATLOAF, GARY MOORE, SIMPLE MINDS, PAT BENATAR, TALK TALK, BLONDIE, DEEP PURPLE, E MAIS UM MONTE!

SÓ COISA PRA OUVIR NO SÁBADO, DIRIGINDO OU TOMANDO CERVEJAS!

QUANDO PERCEBI, ESTAVA BATENDO DUAS DE MINHAS QUATRO PATAS NO CHÃO!!!! O VELHO AQUI TEM PUDOR, E SE CONTEVE.

ESTE CD VAI FICAR NA DISCOTECA. MINHA MULHER VAI ADORAR. E A DE VOCÊS, TAMBÉM! INCLUÍDOS MARIDOS, CACHOS, O QUE HOUVER …
POSTAGEM ORIGINAL 15/06/2024