TEXTO DE 2015 – NOSSAS CRISES E A FALTA DE ESTADISTAS

Eu evito fazer generalizações. É perigoso e geralmente falso, sob o ponto de vista da lógica mais elementar. Os políticos são todos iguais? Não, mas guardam semelhanças que dá vontade de os colocar na mesma caçamba e mandar para o aterro.
O Brasil funciona, institucionalmente falando. Temos liberdade, podemos apoiar, contestar eleger quem quisermos; em suma, vivemos num pais aberto e que ruma para se tornar cada vez mais democrático. O que não temos é gente, na política, com vocação e características de estadista.
Para começar, ainda nos mantemos nos últimos 50 anos! sem saber se vamos para a esquerda ou para a direita.
Isso atrapalha. Claro, não é preciso unanimidade. Mas, os impasses são demais e permanentes. E, para imobilizar ainda mais a sociedade, não há quem convença a maioria de que um caminho é melhor do que o outro.
Não falo por mim, que tenho opinião formada sobre o assunto: eu sou um liberal democrata e ponto.
Mas, vejo as divisões políticas cada vez mais evidentes. Os grupos de opinião cada vez mais impermeáveis às ideias dos que deles discordam. Continuamos no impasse paralisante. Um eterno grito parado no ar…
E, para complicar, não temos líderes de verdade, gente que diga não quando é preciso, que explique e convoque a maioria para o sacrifício inevitável, que faça valer sua legitimidade para ir contra o senso comum e a corrente dos que impedem, legítima ou ilegitimamente, a tomada das decisões impopulares.
A última eleição foi um festival de insanidade medíocre. Foi reeleita a Dilma, a mais ruinosa e politicamente incompetente figura gerada nos últimos 30 anos. Está levando a economia brasileira à bancarrota. Elegemos, também, o Geraldinho Picolé, que nos brinda a cada dia com sua verdadeira face: um político medroso e limitado. Inadequado para o momento que vivemos; Ele é, também, muito responsável pelo que passamos e vamos passar com a falta d´`agua.
Dilma e Alckmin são dois não-estadistas. Tergiversam sobre a realidade. Difícil saber qual dos dois é pior para enfrentar o que passaremos.
Então, eu faço minhas as palavras do jornalista Luiz Fernando Vianna,na pg. 2 da Folha de São Paulo, hoje. O artigo merece ser lido, mesmo que tenha quase nada a ver com o que escrevi.
No parágrafo final, ele escreveu assim: ‘ SE VENCER, EDUARDO CUNHA ENTRARÁ NOS “ANAIS” DO RIO. E DE TODOS OS BRASILEIROS. Com as devidas adaptações e correta interpretação, é o que nos espera nos governos de Dilma e do Alckmin.

LULA E O APTO DO GUARUJÁ

Em 2005, já havia uma cota do empreendimento do Guarujá na declaração de renda do Lula, apresentada ao Tribunal Eleitoral, na época da campanha da reeleição. Aliás, financiado pelo Bancoop, dirigido pelo Vaccari, que faliu e deu prejuízo a outros 3 000 mutuários, que nada receberam, apesar de cotistas, também.

Então, porque será que o único prédio assumido pela construtora OAS, que o terminou, era precisamente onde Lula, Vaccari entre outros notórios tinham apartamento comprado? Pode ser coincidência?

Tá facinho: basta que Lula explique ao Ministério Público o que aconteceu, entre 2006 e atualmente. Se há desconfiança de que Lula recebeu ou receberia o apto de “graça”, ou pelo menos parte dele, com as reformas e tudo o mais incluídas, o histórico desse patrimônio vai revelar.

É sobre esse percurso, o fato sabido que dona Marisa acompanhou a reforma para nada, as declarações contraditórias do próprio Lula, que intrigam a todo o mundo.

Saberemos se Mino Carta é um inocente útil, ou mais um jornalista não tão útil assim.

INSÔNIA 2 – CRÔNICA

 

A cabeça é o cockpit do meu corpo. Nave parada e sem repouso.

Muitas vezes embarco nela e viajo parado e tenso. Sem relaxar, visito problemas, agendas, projetos, dejetos, medos e poucos desejos.

Passo por abismos, cores, dores, ideias, enganos e, mais ao fundo e não tão profundo, percebo a tortura da trilha sonora de zumbidos no ouvido, ou de música qualquer repetitiva e irritante. Sou vítima das músicas que ouvi, ruins ou boas, que se reproduzem em meu “COCKPIT” incessantemente…

Dormir bem é o HIGH-END da vida que poucas vezes eu consigo. Um estado da arte que procuro sem convicção ou método. Minha consciência é tranquila. A minha cabeça, não.

Eu sei que advogo contra mim mesmo; maltrato minha nave, não desço do cockpit.

Mas vou dar um jeito nisso, escancarar minha adega recheada por demônios que não mereço – mesmo que os tenha criado e com eles convivido, ou venha “confalecendo” por causa deles!

Eu perco por esperar. Não espero mais.

INSÔNIA1 – A MEGERA SILENCIOSA – POESIA

 

MEGERA SILENCIOSA, TORTURADORA IMPÁVIDA, SINGRA CONFUSA NO MAREMOTO SURDO

DE MEU DESESPERO

NESSE AFOGAR ETERNO,

PARA ACORDAR INCOMPLETO E VIVER AUSENTE,

NA CALMARIA ABÚLICA DE UM CORPO EXANGUE.

QUASE MORTE:

EXTENSA, PERENE, INCONCLUSA;

QUASE VIDA:

LENTA, DESATENTA, INERME.

O COTIDIANO INSONE EU PEREGRINO EXAUSTO

FEITO NAU SEM MÁQUINAS, UM TAXI PERDIDO,

NO MÓRBIDO ENTARDECER DE MAIS UM DIA ROUBADO

MADRUGADAS, INCERTEZAS E OBSCUROS MEDOS;

FRUSTRAÇÕES E REMORSOS DISTORCENDO IMAGENS, AGENDA, PENSAMENTOS E AFAZERES TRÔPEGOS,

DESFILAM PROJETADOS NO INTERIOR DA MENTE,

NA TELA IMPERFEITA QUE A NOITE GUARDA.

ADAGA INVISÍVEL, FERRO IMPLACÁVEL

QUE VIOLA MEU CORPO E APAGA O ÂNIMO,

FLUXO IMPRECISO QUE DESCARRILHA O DIA,

CONSTROI NO VÁCUO QUE EM MIM HABITA

O ALAMBIQUE DE PESARES QUE DESTILO.

PARA TI, INSÔNIA,

MINHA ADEGA DE ÓDIOS EU ESCANCARO!
15/02/2009

MEUS TIMES DE FUTEBOL DE BOTÃO – OS 41 QUE SOBRARAM!!!

Quanta louça tive de lavar, para conseguir um timinho vagabundo vendido em papelarias e lojas de brinquedos!!!!

O retrospecto é mais ou menos o seguinte: antes de colecionar discos, a fixação era o JOGO DE FUTEBOL DE BOTÕES!

Foi dedicação total e a minha primeira inserção na fracassada carreira de vagabundo. Perdi a primeira série do ginásio, hoje FUNDAMENTAL, por causa do jogo!

Eu ficava doido!

Quando eu tinha uns nove, dez anos de idade não pensava em outra coisa!!!! Fiz milagres para conseguir as tampas transparentes, que protegem o mostrador de horas dos relógios. Perambulei e mendiguei a relojoeiros para conseguir as “capinhas” usadas, excelentes “jogadores” e formar os times.

Não havia transeunte que eu deixasse de notar o formato ou tamanho do relógio que usava! Se daria bom jogador, ou não!

Olhei com lascívia para despertadores, relógios pequenos de parede, e tudo o mais que vislumbrasse a hipótese para moldar mais um jogador!

Eu observava futuros zagueiros, volantes, laterais, pontas e outros bichos de meio de campo, defesa, sei lá…

E, principalmente, se tinham formato e tamanho adequados para jogar como atacantes, os “atletas” mais difíceis de “serem formados nas divisões de base”…

Essa minha tara infanto-juvenil foi aplicada com método e muita catimba e safadeza.

Certo dia, apareceu em casa um relógio de bolso. Era do meu pai. Olhei para a lente e não tive dúvida: seria o meu novo MENGÁLVIO, o grande e errático meia-direita do SANTOS, nos tempos de PELÉ, COUTINHO, PEPE, lá por 1963/64!

MENGÁLVIO era Jogador de alto nível técnico, e perdeu posição para outro craque inesquecível, LIMA, espécie de coringa do time, pois jogava em várias posições com proficiência.

Mas, nos meus times o craque era o MENGÁLVIO: chutava bem, encobria, passava. O relógio do meu pai “escondia” o BOTÃO perfeito para o meio de campo, e o jeito como eu jogava.

O meu craque original andava “contundido”, já não fazia o que minha mão determinava, estava rachando e precisava ser substituído…

Um dia, tomei coragem e fui procurar em frente a relojoeiros alguma lente usada que coubesse no relógio do SEO MORAES…

Achei outra mais ou menos parecida… Voltei pra casa, desmontei o relógio, substituí e… deu tudo errado!

Na primeira “olhada” o velho matou a charada, e letal feito um vulcão: espalhou lavas e berros com sua voz de baixo-barítono!

E sequestrou definitivamente o meu futuro meia direita!

Frustração irrecorrível!

Com o tempo, migrei para times feitos artesanalmente, com esmero, técnica, profissionalismo e materiais adequados.

E passei a jogar sob as regras oficiais da Federação. Fizemos vários pequenos campeonatos no belíssimo campo oficial do Toninho Paes , meu cunhado.

Hoje, não tenho mais vontade de jogar.

Uns vinte e cinco anos atrás, fiquei questionando sobre o quê fazer com o meu acervo de infância?

Decisão: colei-os todos em pranchas de Eucatex, viraram quadros decorativos.

O tempo os deixou feios.

Então, decidi retorná-los ao estado original. Procurei a SILVANA, dona de uma excelente loja de molduras e tintas, onde comprava pincéis, telas, etc…, durante o tempo que cometi umas pinturas. Enjoei daquilo, também…

A SIL desmontou com muito cuidado e quando fui buscar, dei de cara com o meu passado remoto.

Olhando time por time, percebi que tenho 6 do SÃO PAULO!!!! 4 do PALMEIRAS e 3 do CORINTHIANS!

E, também, os times do JABAQUARA, GRÊMIO, GUARANI, entre vários outros… E dois times do FLUMINENSE, VASCO e do FLAMENGO. E até uma raridade, o time completo com fotos do CANTO DO RIO cerca 1965. Lá jogava “DIEICIL”, na meia direita!!!

E notei que tenho apenas dois times do SANTOS! E, por isso, recordei: eu torcia para o time do MORUMBI, o SÃO PAULO, mais ou menos até os 8/9 anos de idade!

Na minha infância – e até hoje – mudar de time, virar casaca, era crime de traição e lesa-pátria. Atitude abominável, inaceitável. O quê me deixou sem esteio por muito tempo, e sob a crítica de amigos, etc… mas, foi libertador.

Os meus sobrinhos ao nascerem ganharam camisas dos times que os pais torciam: meus dois cunhados, um palmeirense e outro corintiano, impuseram e preservaram a dinastia; seguidas fielmente pela garotada!

Mas, eu não.

Mudei por conta própria. Acho que, na época, cansei de ver o SÃO PAULO perder. ..

E sei lá quantas vezes eu me arrependi de ter feito aquilo! Afinal, o sobe-desce nos esportes é parte da brincadeira. Torcer fica entre o cruel e o lúdico. Então, não adianta mudar…

Mas, apaixonados pelo jogo feito eu, quando criança nem sempre têm a resiliência pra suportar…

São memórias fundamentais na minha formação. Inclusive, com a derradeira compra que fiz: solitário BOTÃO de “baquelite”, adquirido numa feira de antiguidades, em PETRÓPOLIS, anos atrás.

O Santos vai mau, obrigado. Mas não o trocarei de jeito nenhum…

SERRA ABAIXO: GUARUJÁ

Aeroportos, estações rodoviárias e ferroviárias … locais de envio para outros micro-mundos. Ritos de passagem, esperas, demoras. Eu tenho calafrios; ansiedade. Gosto de chegar, ver chegar… Viajar? Talvez. Partir? Não. Talvez porque signifique abandono. Deixar quem amamos. O desconforto do desapego. Desaconchego?O terminal Jabaquara fica perto de onde quase acaba São Paulo, num dos pontos de expulsão para o litoral serra abaixo. É limpo como a maioria dos terminais. Mas é simples, algo lúgubre e com o barulho dos aviões que chegam e partem do Aeroporto de Congonhas.O ônibus para o Guarujá saiu às 20,20 horas. Vizinhos de bancos cansados. Dia longo para todos, certamente… E chegar cada um sabe onde. Nenhuma comunicação. Humanos interrompidos.Cheguei às 19,50. Vim de um restaurante recôndito, num bairro nobre agradável. Lugar somente curtido pelos moradores e ou quem lá trabalha. A exceção foi o dia em que entrou Aécio Neves. ..Gosto do lugar. Comida quase boa, bebida gelada e garçons simpáticos. O ônibus saiu na hora; é quase confortável. Ordem : colocar o cinto de segurança. Partimos. E paro por aqui. Os buracos impedem escrever no celular. Minha garrafa de água sumiu.

ORIGINAL 04/02/2020

MEMÓRIAS DO MEU PRIMEIRO ESCOMBRO DIGITAL

Estou em guerra de extermínio contra o meu computador.

Aliás, estamos ele e eu mutuamente num ciclo de agressão e intolerância progressiva. Ele está velho e eu também. Ele é teimoso e eu idem.

A Angela tem me dito, há tempos, para aposentar essa ruína pós-moderna e comprar outro melhor, mais prático, mais tudo. Ela tem razão, mas eu venho adiando o inevitável em parte por comodismo, e também, planejamento de prioridades. Grana é sempre facilitador ou empecilho.

Acontece que substitui-lo é essencial. Porque como todo mundo, não consigo viver sem computador. Eu preciso dele – um locutor silencioso de minha voz escrita (Vige!!!). Ultimamente, ele me declarou “personna non grata”.

E eu o condenei a inominável satã, que trunca minhas ideias, impede os trabalhos, subserve a meus planos, e conspira contra a minha paciência.

O computador-escombro acaba ganhando todas. Afinal, a raiva é minha. Mas, a vingança é dele… O impasse é total. A engenhoca não manda em mim, e eu não a comando mais.

Está na hora do divórcio; quem sabe litigioso e com baixaria. Talvez eu seja preso pela atitude medíocre de agredir um “quê” inanimado.

Em fúria, mas com calor ( e quê calor! ) e afeto, subscrevo-me, em pé de guerra!!!

Ah, já o substituí faz anos e, por enquanto, estou me dando bem com este aqui! Até sei lá quando!!!!!
ORIGINAL 06/02/2014

JONI MITCHELL – A MELHOR DE TODAS

“There’s an old saying. It says: If you make a good marriage, God bless you. If you make a bad marriage, become a philosopher. So I became a philosopher.”

On this day in 2015, this philosopher was photographed for the cover of New York Magazine.

Read the article in full here: nym.ag/1C9slGx

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1Daniel Armas

QUERIDA E AMADA TIA DIVA GARINI E A VIAGEM PELA “CACHOEIRA DOS TEMPOS”. ELA SE FOI EM 29 DE AGOSTO DE 2015.

“A vida é o que acontece com você, enquanto você faz planos para ela”. Encontrei esta frase, atribuída a John Lennon, em um cartão de aniversário, enquanto procurava documentos para providenciar o enterro de tia DIVA. Ela morreu, dia 29 de agosto de 2015; foi-se muito rapidamente aos 88 anos. Não sofreu.

Toda vida é completa por si mesma. Não é, geralmente, o que cada um pensa a respeito de sua própria. Mas, ela é.

Quando a vida se acaba e a energia que nos mantêm solares cessa, a feição de luas pálidas sobrevém e se mantém, até nos auto-consumirmos e voltarmos ao nada. Pelo menos o corpo que a suporta…

Sobre o espírito especulamos e desejamos que seja eterno. Não pedimos para nascer e a maioria de nós vai embora compulsoriamente.

Somos assim, segmentos de reta, finitos num universo impensável; inesquecíveis para um círculo pequeno de amigos e parentes – enquanto não nos esquecem…definitivamente.

Tia DIVA era pessoa de fé. Católica por formação e quase espírita por aprendizado; como boa brasileira não resistiu aos apelos por algo a mais que lhe tornasse inteligível o viver.

Diva tinha um quê de budista no comedimento, na recusa às grandes emoções, às paixões súbitas e a quaisquer arroubos ou cenas.

Viveu bem, mas a meio-pau. Não exacerbou, não sofreu intensamente por nada ( que se saiba ), mesmo tendo sido constantemente solidária com os que convivia e gostava. Era amada por todos e certamente nos amou, também.

Foi professora, era solteira, independente, e algo severa e rígida.

Jamais soubemos de algum alguém que a tivesse tirado do sério. Duílio, um dos irmãos, que também já cumpriu a tabela no jogo da vida, certa vez brincou perguntando se ela pretendia morrer “invicta”.

Ninguém sabe, ninguém viu e, em família, pouco se especulou sobre isso – eu acho. DIVA viveu como quis e às próprias custas. Foi feliz?

Na juventude e na maturidade foi mulher bonita e atraente. Era simpática, educada e fina. E ALDAHYR, amigo de todos nós, que também já percorreu os dezoito buracos do “green”, quando adolescente nela reparava atributos que, para nós sobrinhos, não seria, digamos, legal observar.

Acho que ela jamais soube. Mas, o que acharia disso na intimidade?

Eu e os primos mais próximos convivemos com ela a vida inteira. Quando criança morei em sua casa e com os outros tios solteiros – Tonico, Norma, Juliano e a vó Maria, também. Foi um período interessante, de formação, que deixou em mim detalhes de caráter marcantes. Recentemente, eu soube que, de certa maneira, “os meus direitos federativos” foram “emprestados” para que DIVA e irmãos dessem um jeito em mim.

Parece que minha mãe não me aguentava, que eu dava trabalho além da conta. Eu jamais me vi assim. Vai saber…

Por essas e outras – muitas outras – sou grato à DIVA GARINI pela convivência que ela a mim e a todos propiciou.

Na semana derradeira, como sempre eu e Angela estivemos presentes quase todos os dias. Os primos próximos, também.

Um dia antes de entrar em coma, conversamos bastante e ela me agradeceu por estar lá. Não precisava. Todos fizemos por afeto e gratidão.

DIVA se foi tão discretamente quanto viveu. E nós permanecemos feridos e saudosos dos capítulos que escrevemos juntos. Deixou memórias no profundo da alma dos que com ela conviveram Maria Cristina Anacleto GariniMaria José Garini Freitas Maria Cristina Anacleto Garini@Maria Alcides FreitasThais LemeCristiane LemeAna Beatriz DiasRosane Garini Angela Paes de Moraes Olga Garini Cesar Garini Angela Paes de Moraes
POSTAGEM ORIGINAL : 30 /08/2015