15/06/2021: LEGITIMIDADE POLÍTICA: TRANSCENDE OS VOTOS! FORASTEIROS FICAM NAS MÃOS DO CONGRESSO E DOS LOBBIES. SEM ARTICULAÇÃO NÃO HÁ SOLUÇÃO! 15/06/2021: INCOMPETÊNCIA POLÍTICA ABRE CAMINHO PARA CORRUPÇÃO! FALTA DE LEGITIMIDADE E ARTICULAÇÃO NO CONGRESSO, DEIXAM O GOVERNO VULNERÁVEL! 15/06/2022:
GENTE DE HUMANAS É COMPANHIA DAS MAIS AGRADÁVEIS
DAMOS TRABALHO, SIM!
MAS, NÃO HÁ UNIFORMIDADE NO PENSAMENTO ENTRE TODOS NÓS. E, DE FATO, SOMOS BEM MAIS COMPROMETIDOS COM O SOCIAL, COM VALORES HUMANISTAS E HUMANITÁRIOS.
GOSTO DE AFIRMAR A VOSSAS EXCELÊNCIAS, QUE LIBERALISMO MODERNO É, SIM E TAMBÉM, UM HUMANISMO!
RECOMENDO AOS DESCOMPROMETIDOS QUE NOS EXPERIMENTEM. A CONVERSA COSTUMA SER MUITO INTERESSANTE E VARIADA.
E O PAU CANTA COM MUITA FREQUÊNCIA, PORQUE O JUSTO SEMPRE ESTÁ NO DISCURSO DE QUAISQUER DE NÓS, INDEPENDENTEMENTE DE POSIÇÃO IDEOLÓGICA.
AH, SOMOS FOFOS, MAS NÃO SOMOS “PETS”!
MORDEMOS. 14/06/2016: O HOMEM E A VELHICEA medicina e a observação confirmam: quando o homem envelhece crescem os pés, as mãos, o nariz e as orelhas. As extremidades se expandem.Menos uma… 14/06/2019: JORNALISMO: É FEITO NA HORA. NÃO DÁ TEMPO DE RETOMAR O PASSADO E APROFUNDAR. ENTÃO, SUJEITO A DISTORÇÕES E INTERPRETAÇÕES FAKES. 14/06/2019: MORO: Só o juiz recebeu uma informação importante. Fica quieto ou passa para o M.P. investigar? O que é prevaricar neste caso? 14/06/2019: AVISA O BOLSONARO TEL AVIV, ISRAEL, TEM UMA DAS MAIORES PARADAS LGBT DO MUNDO!
Lula é um populista de esquerda, que arranjou um jeito para governar, mesmo em sobressaltos.
Deixou a economia nas mãos da direita, e as Relações Exteriores para a esquerda – e pode dizer pelo mundo que não havia perdido seu lado internacionalista!
Quá, milho para os bicos!
Teve sorte e perspicácia. Sorte porque o governo FHC deixou tudo arrumado nas contas públicas e a economia mundial começou a bombar.
Perspicácia quando deixou um banqueiro internacional no Banco Central que, na maior parte do tempo, manteve os juros altos e a inflação sob controle.
Isto deu solidez aos bancos, grana para os aplicadores por causa dos juros altos, e bens de consumo baratos, importados da China, para a população de baixa renda. Solução talentosa, convenhamos!
Luiz Inácio ajudou a arruinar a indústria nacional; deu chão para
agronegócio a expandir-se; manteve empregos e começou uma política de redenção social.
Para fazer o que queria teve a ideia mestra de comprar os aliados como eles sempre gostaram e exigiram.
Então, surgiu o mensalão. Deu ruim: muita gente do partido dele e orbitantes, foram parar na cadeia, ou processados. Ele saiu incólume.
Tudo parecia ir muito bem. Quando veio a crise internacional fez a economia começar a pousar devagar.Mas, como estava totalmente alavancada, a dívida pública começou a subir.
Aí, na falta de outros, teve a ideia genial de lançar nossa querida Dilma Rousseff!
Mas, qual era o plano? A gerentona faria o serviço sujo, tipo governo FHC e, depois, Luis Inácio voltaria para consagrar-se. Deu péssimo! A tia não topou e botou os pés pelas mãos. Acelerou o caminhão na descida da serra cheia de curvas. Capotou e sofreu impeachment.
Mas, Luiz Inácio tinha feito outra das suas. O petrolão. Botou a Máfia para tomar conta das finanças do papa, ou do papai, sei lá. Era pra manter grana para a política e, claro, descolar algum para muitos companheiros, aliados, a turma. E começou a saga da Lava Jato.
Sabe, são aqueles moços não cooptados que ficaram horrorizados quando viram o resultado do que petistas e aliados haviam feito. E deu ruim, geral!
Enquanto Dilma destruía o país, Luiz Inácio foi trabalhar. E fazer o quê? Ora, política de um lado e lobby para as empreiteiras aliadas do outro. Nosso inesgotável líder viajava o mundo como relações públicas.
Claro, na moita. Imagina um líder popular no jet-set das lambanças nacionais!?! Visitou ditadores e ditaduras, ajudou OAS, Odebrecht e outras a cavar contratos.
Mas, havia os desmancha-prazeres. E, tantas fez o pato, quá-quá, que acabou na panela!
Afinal, com tanto lucro para os amigos, que injustiça seria não receber algum se todo o mundo recebia, não é mesmo?
O resto vocês já sabem.
E a turma de Curitiba mais ainda… POSTAGEM ORIGINAL: 15/06/2019
Nos últimos 25 anos, com a progressiva escassez de “novos velhos nomes”, pequenas gravadoras, e ARQUEÓLOGOS DO POP, como HANS POKORA, lançaram-se para descobrir “novidades” intrigantes globo afora.
FREEDOMS CHILDREN está em um dos livros de POKORA como raridade relevante a ser redescoberta. A BANDA É da ÁFRICA DO SUL dos tempos bravos do apartheid.
A gravadora alemã SHADOKS MUSIC vem fazendo lançamentos pra lá de interessantes dessa gente estranha e meio esquecida pelos caminhos do ROCK, do topo ao fundo da mina.
Com edições muito caprichadas, a SHADOKS deu ao mundo discos brasileiros perdidos como PAEBIRU, de Zé Ramalho e Lula Côrtez; NO SUB-REINO DOS METAZOÁRIOS, de Marconi Notaro, entre diversos. Todos retirados de vinis e não dos masters originais…
A edição da foto são os três discos do FREEDOM CHILDREN: ASTRA, 1970; GALACTIC VIBES, 1971; e FREEDOM CHILDREN, de 1969. Estão em um box bonito e bem desenhado, com livreto denso em mínimo espaço, a ponto de mal se conseguir ler…
Mas, são tidos como CULTS e colecionáveis ao extremo.
O problema é a qualidade do som, muito abaixo dos “standards exigíveis”. Uma pena! Até agora, que eu saiba, não apareceu algum engenheiro de áudio japonês capaz de solucionar a limitação. Talvez seja impossível, porque parecem retirados do vinil original, e não dos “masters” de gravação supostamente feitos pela PARLOPHONE!!!!
Mas, TIO SÉRGIO, são realmente bons?
Não tenho certeza, porque a baixa qualidade retira os detalhes de cada música, e nubla a instrumentação. E discos de ROCK PSICODÉLICO e PROGRESSIVO, principalmente, necessitam de nível técnico mais apurado para que o lado artístico aflore.
Em linhas gerais, diria que o FREEDOM CHILDREN, de 1969, tem um quê de FOLK-PSICODÉLICO a JETHRO TULL, FAIRPORT CONVENTION e NICK DRAKE. É melodicamente bonito e trabalhado.
ASTRA, 1970, considerado a referência da banda, soa como um blend de URIAH HEEP e IRON BUTTERFLY. Algo dark, com um rumo ainda trôpego ao gótico da década seguinte. É PROGRESSIVO mais PESADO, com órgão dominante, como os de seus modelos. Claro, há sons incidentais, como era normal…
E GALACTIC VIBES, lançado em 1971, o último e o mais audível de todos, soa como inspirado no URIAH HEEP e no SPOOKY TOOTH. Já na fronteira com o HARD ROCK PROGRESSIVO.
São três discos legais de se ter, porém caros e muito aquém do desejável em termos técnicos. Eu arriscaria dizer que são projetos não adequadamente finalizados. É para colecionadores e completistas. POSTAGEM ORIGINAL: 14/06/2020
São uns 47 discos, 50 se considerarmos aqueles feitos com o THEM, na década de 1960.
CANTOR único, voz reconhecível em qualquer circunstância, andou por quase todos os caminhos da música negra, do R&B ao JAZZ e os entremeios que você pensar.
Na música inglesa foi do BEAT ao FOLK, namorou com o ROCK e, de sobra, gravou ASTRAL WEEKS, clássico INIGUALÁVEL DO FOLK PSICODÉLICO.
Falar de MORRISON requer tempo, fôlego e audição acurada. Seus discos são bem produzidos, variados, e a imensa maioria criativos.
Até hoje ASTRAL WEEKS está entre os 50 mais importantes do POP. E seu épico ao vivo “ITS TOO LATE TO STOP NOW” é considerado entre os 20 melhores discos AO VIVO de todos os tempos!
Ouçam o GEORGE IVAN a vida inteira. POSTAGEM ORIGINAL: 14/06/2019
A CONCORD RECORDS foi fundada em 1972, por um milionário vendedor de automóveis e amante do JAZZ que percebeu, nos final dos 1960, seus ídolos sendo esquecidos. Isto porque o POP ROCK havia tomado o mercado, e o passado maravilhoso de música bonita e relevante estava em ostracismo crescente.
Começou por um pequeno festival de música na cidade californiana de CONCORD, onde morava.
E foram os grandes guitarristas JOE PASS e HERBIE ELLIS, que propuseram a criação da pequena GRAVADORA BOUTIQUE. O crescimento da empresa, na data do presente BOX, era avassalador! Havia gravado mais de MIL DISCOS e conquistado 14 GRAMMYS!
A estratégia de CARL JEFFERSON, o visionário criador, foi trazer para o “CAST” grandes nomes do passado. O baixista RAY BROWN foi o primeiro A&R, o profissional que cuida de artistas e repertórios. Ele tornou-se craque na função, além de ter participado de inúmeros discos.
Foi na CONCORD onde seguiram carreira nomes consagrados como as cantores e cantoras como MEL TORMÉ, ROSEMARY CLOONEY, JACKIE and ROY e ERNESTINE ANDERSON. E talentos reconhecidos tipo KENNY BURRELL, DAVE BRUBECK, GEORGE SHEARING, ART BLAKEY, STAN GETZ, HANK JONES, entre inúmeros consagrados e históricos!
Estiveram ou estão por lá, também, a brasileira TANIA MARIA e gente relativamente nova e imensa como GARY BURTON, JOHN PATITUCCI, DAVE WEACKL, DIANE SCHUUR, KERRIN ALLISON, CHICK COREA, ROBEN FORD e AVISHAI COHEN…
A produção é geralmente muito boa, e com sabor mais contemporâneo, mesmo que orientada por uma visão digamos de raiz no JAZZ do BE-BOP para cá.
A CONCORD representa uma recuperação cultural estupenda e meritória, que nos faz lembrar um pouco a grande e relevante gravadoras brasileira BISCOITO FINO.
Recomendo para os conservadores não saudosistas, e que aceitam algumas poucas maluquices conceituais.
Este box com 6 CDS e livreto é pra lá de adequado.
E, também, mais alguns CDS avulsos de MEL TORMÉ, HANK JONES; e os excelentes veteranos jazzistas, mas aqui curiosamente em disco FUSION, de 1981, JACKIE and ROY.
Se encontrarem quaisquer deles, não vacilem! POSTAGEM ALTERNATIVA: 15/06/2023
QUEM SABE INICIAR PELO SUBLIME PARA ALCANÇAR O MUITO BOM?
TALVEZ SEJA PRETENSIOSO, MAS NÃO É SEMPRE QUE DAMOS DE CARA COM O MAGNO, E MEIO SEM QUERER.
NOITE DESSAS, SONO FALTANDO, “ORDENHANDO” A TELEVISÃO PAREI EM PERFORMANCE INESQUECÍVEL DE TRÊS GÊNIOS ACOMPANHADOS POR UM BANDO DE SUPERDOTADOS DA “ACADEMIA NATIONALE DE SANTA CECILIA”.
Os três, com jeitos, caras, visuais e performances de gênios, são MARTA ARGERICH, pianista do mais alto nível; SIR ANTONIO PAPPANO, maestro e pianista inglês, que absurdamente eu nunca ouvira falar!!!. E MISCHA MAISKY, violoncelista classe mundial.
Pois bem; em recital recente e magnífico transmitido pelo canal “PEOPLE AND ARTS!” dois pianistas, PAPPANO e ARGERICH fazendo maravilhas sobre os teclados. A “troupe” da retaguarda era não menos que precisa e prodigiosa. E MISCHA tirando um som explêndido no VIOLONCELO!
Executaram versão de “O CARNAVAL DOS ANIMAIS”, de “SAINT SAENS”, combinando à divertida, expressiva e genial “voz” dos animais a técnica e requinte de todos eles. Sem que sejam, é claro, tocam como fossem “atletas de seus instrumentos”, tal a intensidade!
Mas tio Sérgio, onde você quer chegar?
Cheguei: “O CARNAVAL” é peça em que se ouvem diversos animais – elefante, pássaros, etc… – com a dimensão “quase visual” que um instrumento musical pode oferecer.
Se você quiser “escutar” a expressão “visual” de uma ideia, no ROCK PROGRESSIVO existem aos montes. Lembro aqui “SEE-SAW”, no segundo disco do “PINK FLOYD”, “A SAUCERFUL OF SECRETS”, de 1968, onde você “vê” um “balanço desses de jardins da infância” voando, indo e vindo.
Os MOODY BLUES, no quarto LP “TO OUR CHILDREN”…, 1969, fazem, na primeira faixa, uma abertura com melotrom, órgão, etc… expressando o lançamento de um foguete, até ele atingir o espaço; e, depois, a reprodução musicada do “silêncio”!!!
A mesma coisa fez o CURVED AIR, no SECOND ALBUM, de 1971, com JUMBO, canção em que o violinista DARRYL WAYS e o tecladista FRANCIS MONKMAN, ambos formados no ROYAL COLLEGE OF MUSIC, descrevem a viagem no “super-avião”, com a leveza e as nuances para expressar o conforto da volta para casa. Sensacional, reconfortante e… tenso…
O CURVED AIR foi concebido por WAYS e MONKMAN, que se encontraram por acaso em uma loja de instrumentos musicais em Londres. Divergiam muito entre si e, mesmo assim, conseguiram forjar um conceito, ajudados também pelo bom baterista de nome uma tanto improvável: FLORIAN PILKINGTON-MIKSA, e vários baixistas que por lá passaram. Eles formaram um grupo que se tornou a base do futuro, e tinham vários instrumentais já produzidos, antes de mudarem o nome.
Mas o CURVED AIR realmente surgiu quando SONJA LINWOOD entrou para a banda. Cantora, ela fazia parte do elenco da peça “HAIR”. E sempre usou do lado “atriz” para integrar sua performance ao grupo. Além de moça bonita e de presença marcante, a maioria das letras foram compostas por ela.
KRISTINA é uma figura ao mesmo tempo típica e diferenciada no ROCK INGLÊS. Começou tocando e cantando FOLK. Gostava de DUSTY SPRINGFIELD, BUFFY SAINTE-MARIE, INCREDIBLE STRING BAND e DONOVAN! Um arsenal estilístico de forte impacto.
Ela tem voz pequena, mas afinada, expressiva, delicada e clara! Treinou muito e a ponto de tornar-se, depois, professora de técnica e empostação vocal. Canta muito bem – e dizem que até hoje!
Para o CURVED AIR ela trouxe outras bagagens. SONJA gostava da voz “fantasmagórica” de JANE RELF, na primeira formação do RENAISSANCE – com quem o CURVED AIR sempre concorreu na mesma pista no ROCK PROGRESSIVO. Algo entre o FOLK, o CAMERÍSTICO e até o SINFÔNICO.
SONJA KRISTINA foi influenciada, inclusive, pela “improvável” DOROTHY MOSCOWITZ, cantora alternativa de voz doce e ácida de banda cult e de único disco, lançado em 1968:
“THE UNITED STATES OF AMERICA”, americano., claro, está entre os pioneiros do ROCK DE VANGUARDA. Experimental e algo melódico, combinando PSICODELIA, violino e eletrônica. Uma banda que faz música de nome “I WON´T LEAVE MY WOODEN WIFE FOR YOU, SUGAR”, precisa ser redescoberta. Vocês concordam?
Este background formou a cabeça de SONJA e a base do CURVED AIR, na mistura em parte inspirada pelos também americanos “FLOCK” e “IT´S A BEAUTIFUL DAY”. E até o JEFFERSON AIRPLANE, em sua transição para JEFFERSON STARSHIP. Todos já usavam o violino, mesmo que em contexto mais FOLK / COUNTRY ROCK.
O CURVED AIR era craque no palco. Mas, principalmente em estúdio. Talvez porque músicos bem formados em conservatórios e universidades.
As sequências construídas internamente em cada música fluem. As passagens engendradas tema-solos-tema ou riffs; e as finalizações soam perfeitas. Pra não dizer da complexidade dos arranjos, em permanente conexão ao ROCK.
É muito bom observar YOUNG MOTHER e PEACE OF MIND, do “SECOND ALBUM”, 1971, por exemplo. E não deixem de escutar o disco de estreia, também em 1971, AIR CONDITIONING: o primeiro “PICTURE DISC” da história, objeto cult e de coleção; onde está o clássico predileto do público: “VIVALDI”. E procurem o excelente terceiro LP, PHANTASMAGORIA, 1972.
Os três formam a série mais criativa entre os sete discos que lançaram!
Depois do terceiro disco, os desacordos entre DARRYL WAY e FRANCIS MONKMAN levaram à desintegração da banda. E sobrou KRISTINA, que recompôs o grupo com o prodígio do violino, EDDIE JOBSON, de apenas 17 anos, e o tecladista KIRBY GREGORY, para gravar AIR CUT, em 1973.
A carreira de SONJA tornou-se algo instável. Ela conta que, em 1974, estavam todos duros. Aliás, sempre foram. Empresários, ficavam com a maior parte da grana, e a carga absurda de impostos na Inglaterra da época faziam músicos e outros profissionais trabalharem loucamente e dobrado para manterem-se.
Ela foi, ainda com a banda existindo, auxiliar de escritório e, depois, “croupier” no PLAYBOY CLUB!!!! Um acinte!!!!
No final, KRISTINA já casada com STEWART COPLAND, baterista do grupo, que depois formou o POLICE com STING e ANDY SUMMERS, voltou vez por outra aos palcos como atriz, fez um mestrado ligado à área da música, tornou-se professora de canto, e gravou alguns discos solo. Entre eles, MASK, considerado muito interessante.
Seja como for, o CURVED AIR reformou-se e existe até hoje com certo sucesso nos circuitos de shows mundo afora.
Recentemente estiveram no BRASIL junto com o RENAISSANCE, de ANNIE HASLAN; ambos na vida dura e contínua da saga do ROCK.
Por aqui, agradaram e não importa o que proporcionaram. São ícones; e nós eternos carentes de música criativa.
Claro, é o velho ROD “THE MOD” STEWART, para a turma do ROCK e adjacências.
Certa vez, alguém perguntou se tenho discos do “MAICONDIAKSON ( o popular MIGUELZINHO JACKSON ) e do RODESTRUDE” . Do ROD eu tenho. Do MICHAEL só faixas em miscelâneas.
Aqui, parte dos discos das melhores fases dele. Com JEFF BECK GROUP, FACES e os três primeiros discos solo – quando começou a subir no mundo pop.
De bônus uma curiosa coletânea de SINGLES de meados dos anos 1960, com a participação de LONG JOHN BALDRY ( batizou o JOHN para o ELTON que todos sabemos ). Está ali PETER BARDENS , o fundador de CAMEL, a cantora inglesa JULIE DRISCOL, depois TIPPET, e outros. Há, inclusive , coisas com orquestra no estilo WALKER BROTHERS!!!
Também na foto um show ao vivo, de 1964, com o STEAMPACKET – grupo efêmero onde estavam o tecladista BRIAN AUGER, JULIE DRISCOL e o blues singer BALDRY, todos parte da futura nata do BLUES/JAZZ da cena londrina .
Para mim, STEWART deixou de ser artista interessante por volta de 1975. Tornou-se POP no limite do dispensável.
Fujam de seus discos de STANDARDS DE JAZZ e da grande música americana, lançados na década de 1990. São abomináveis! !!!! POSTAGEM ORIGINAL: 13/06/2019
BELA, CHARMOSA, E CANTA MUITO BEM ( NO PRESENTE, PORQUE PERENE ).
ELA SEMPRE ESTEVE PRÓXIMA ÀS VANGUARDAS. E, COMO ARTISTA, DAVA DE DEZ NA CONCORRÊNCIA DE SEU TEMPO DE GLÓRIA – ANOS 1960 EM DIANTE E ATÉ UNS CINCO ATRÁS.
SYLVIE VARTAN, SUA CONTEMPORÂNEA, JAMAIS FEZ SOMBRA A SEU TALENTO ECLÉTICO. EM BELEZA TALVEZ EMPATASSEM; EM TALENTO, INTERPRETAÇÃO E CHARME, NÃO!
FRANÇOISE HARDI FOI UM MISTO DE “NARA LEÃO” E “RITA LEE”; SOFISTICAÇÃO E REBELDIA EM DOSES CORRETAS. E SEMPRE ESTEVE NO LUGAR CERTO, ONDE O JOGO ESTAVA SENDO JOGADO…
“FRANÇOISE” “NAVEGOU” ASTROS E MASTROS, DE “SERGE GAINSBOURG” A MICK JAGGER”, PARA NÃO ESTENDER MINHA INDISCRIÇÃO… E TRANSITOU DO “BEAT” AO “BLUR” E AOS “PET SHOP BOYS”; PASSOU PELA “BOSSA NOVA”, CRIANDO COM “TUCA”, ÓTIMA VIOLONISTA BRASILEIRA, JEITO MUITO PRÓPRIO E BEM SUCEDIDO. E DESAGUOU, AO FINAL DOS 1990, NO “POP ROCK ALTERNATIVO”, SOANDO MAIS OU MENOS COMO O ATUAL”REVIVAL” DA TURMA DOS 1980: PESADA, CHEIA DE VERVE E CHARME.
FRANCISQUINHA ERA (É) VERSÁTIL, ATUALIZADA, CURIOSA E COMPETENTE. POPULAR E PROGRESSISTA SEM SER VULGAR OU CHATA!
A COLETÂNEA, “MESSAGES PERSONNELS” FOI LANÇADA EM 2002, PELA “VIRGIN FRANÇAISE”. EU CONSEGUI NA EXCELENTE E SAUDOSA “NUVEM NOVE”, EM SAMPA. FIZ TROCA POR SUPERBOX DO “THE WHO!, E MAIS UNS MANDACARUS!
É AMBRANGENTE E MUITO BEM FEITA. TEXTO E SELEÇÃO MUSICAL SUPERIORES; QUALIDADE SONORA IMPECÁVEL, COM 74 MÚSICAS EM TRÊS CDS. É BOX BEM DESENHADO, TRAZ FOTOS E TUDO O MAIS QUE PRECISAMOS. AGRADARÁ URBI ET ORBI, ESPAÇO SIDERAL ADENTRO. APOSTO!
EU SIMPLESMENTE ADORO ESSA FRANCESA “IDEAL-TIPO” ETERNA E RELEVANTE. MAIS IMPRESCINDÍVEL DO QUE “BRIGITTE BARDOT”. PARA MIM, MADAME HARDI FOI MUITO ALÉM… ENTÃO, QUE TENHA LUZ E PAZ ETERNAS, E NÃO ESQUEÇA DA GENTE, OS MORTAIS CHOROSOS!
FRANCISQUINHA É O FINO! DIZENDO MELHOR: PERMANECE O FINO! POSTAGEM ORIGINAL: 13/06/2024
ESTOU COM PRESSA E VOU DIZER APENAS QUE, ENTRE 1948 E 1991 ELE INFLUENCIOU TODA – TODA MESMO! – CENA MUSICAL DO PLANETA.
NEM OS BEATLES, NEM TOM JOBIM, ELVIS, BOWIE, KRAFTWERK, E PODEM RECORDAR QUALQUER OUTRO, NINGUÉM FOI TÃO INOVADOR E CONTEMPORÂNEO DA VANGUARDA COMO ELE.
E COMO TRABALHOU, PRODUZIU, INOVOU E GRAVOU ESSA ENORMIDADE INCONTRASTÁVEL DA ESPÉCIE HUMANA!
ESCOLHI ALGUNS ENTRE TANTOS E TANTOS QUE VENHO COLECIONANDO, OUVINDO, REOUVINDO, DISCORDANDO, COMPREENDENDO, AMANDO!
TALVEZ BEETHOVEN? QUEM SABE MOZART? OU, SIMPLESMENTE MILES DAVIS! FECHO COM O NEGÃO!
PEGUEM UMA TAÇA DE VINHO E CALIBREM UM MILES QUALQUER NO STREAMING, NO CD PLAYER, NO PICK UP, O QUE SE QUISER OU ESCOLHER.
E BOM FINAL DE DIA, QUALQUER DIA, EM QUALQUER TEMPO, POR TODA A EXISTÊNCIA HUMANA NESTAS GALÁXIAS. ELE É INFINITO. POSTAGEM ORIGINAL: 04/06/2024
“THE ZOMBIES” FOI UM GRUPO BEAT/R&B DA INGLATERRA. TEVE 2 GRANDES HITS, EM 1965, “SHE´S NOT THER” E “TELL HER NO”. GRAVOU VÁRIOS SINGLES E APENAS UM LONG PLAY NAQUELA FASE, E COLAPSOU.
PORÉM, E O PORÉM É FUNDAMENTAL, CONSEGUIU REINVENTAR-SE DA MESMA FORMA QUE PARTE DE SEUS CONTEMPORÂNEOS, COMO OS BEATLES, HOLLIES, STONES, MANFRED MANN, MOODY BLUES… EVOLUINDO DO BEAT ORIGINAL PARA A PSICODELIA, E DAÍ PARA AS FRONTEIRAS DO ROCK PROGRESSIVO.
NESSE TRAJETO ACIDENTADO, FIZERAM VÁRIOS SINGLES MAIS EXPERIMENTAIS, E DESAGUARAM EM DISCO SEMINAL E REFERÊNCIA INESCAPÁVEL DO MELHOR POP JÁ FEITO: “ODISSEY AND ORACLE”, DE 1967.
O DISCO CRESCE DE IMPORTÂNCIA A CADA ANO QUE PASSA, E CERTAMENTE VOCÊS CONHECEM UMA DAS FAIXAS: “TIME OF THE SEASON”, QUE SEMPRE TOCA NAS RÁDIOS MUNDO AFORA.
“ODISSEY AND ORACLE” TEVE CARREIRA BASTANTE CURIOSA, SUBINDO FEITO FOGUETE DO UNDERGROUND PARA O RECONHECIMENTO DE CRÍTICA E PÚBLICO. TAMBÉM SAIU POR AQUI, NO FINAL DOS ANOS 1960.
A HISTÓRIA É CURIOSA, UM QUASE CONTO DE FADAS POP. E MAIS OU MENOS ISTO TAMBÉM ACONTECEU, NOS ANOS 1990, COM A BANDA BRITPOP “THE VERVE”.
THE ZOMBIES HAVIA ACABADO QUANDO O DISCO ENTROU, ESCALOU AS PARADAS, DEPOIS DE TER SIDO LANÇADO PELA “EPIC” NO HOSPÍCIO DO NORTE, POR INICIATIVA DO AMERICANO PRODUTOR, MÚSICO E ARRANJADOR “AL KOOPER”, QUE TEM FARO APURADO E HISTÓRIA IMPORTANTE: TOCOU TECLADO EM “LIKE A ROLLING STONE”, DE “BOB DYLAN”; E DESCOBRIU E PRODUZIU O GRANDE “LYNYRD SKYNYRD”, SINÔNIMO DO MELHOR “SOUTHERN ROCK”.
“ODISSEY ADN ORACLE” FOI TURNING POINT PARA A CARREIRA DO VOCALISTA “COLIN BLUNSTONE”, QUE ESTAVA TRABALHANDO COMO CORRETOR DE DE SEGUROS. E PARA TECLADISTA “ROD ARGENT”, QUE INICIAVA O CONCEITO DA FUSION ENTRE PROG E R&B, QUE O TAMBÉM HISTÓRICO E EXCELENTE “ARGENT”, DESENVOLVEU DURANTE A DÉCADA DE 1970, COM RAZOÁVEL SUCESSO.
O DISCO TORNOU-SE UM CLÁSSICO SEMINAL NA INTERSECÇÃO EVOLUTIVA ENTRE O ROCK PSICODÉLICO E O PROGRESSIVO, EXPLORANDO A VERTENTE TRAZIDA PELOS BEATLES EM “ELEANOR RIGBY”, E OS “ROLLING STONES”, EM “LADY JANE”. OU SEJA, O ROCK CONCEBIDO E APRESENTADO COMO MÚSICA DE CAMARA.
CLARO, ODISSEY & ORACLE FOI CRIADO, PORQUE “THE DAYS OF FUTURES PASSED”, 1967. DOS MOODY BLUES, ÁLBUM CONCEITUAL E CERTAMENTE O MARCO INICIAL DO PROGRESSIVO SINFÔNICO JÁ EXISTIA E DEMARCOU ÉPOCA.
A OBRA É NÍTIDO PASSO ALÉM! OUÇAM E TENHAM; PORQUE LINDA E NÃO PERDEU VIGOR, MAIS DE 50 ANOS DEPOIS DE TER SIDO CONCEBIDA. E MANTÉM STATUS CONTINUAMENTE CRESCENTE ENTRE COLECIONADORES E GENTE DE BOM GOSTO. É OBRIGATÓRIA!
THE “ZOMBIES” ORGANIZAVA-SE EM TORNO DE “ARGENT” E DE
E “COLIN BLUNSTONE” – ENTRE OS MELHORES E MAIS ORIGINAIS VOCALISTAS DO ROCK INGLÊS.
ELE É CANTOR DE TIMBRE INIGUALÁVEL, VERSATILIDADE ESTILÍSTICA, E MUITO BOM GOSTO. CAPAZ DE CANTAR BEM DO FOLK, À BOSSA NOVA, AO R&B; ÀS VEZES TANGENCIANDO O POP SUAVE MESCLADO COM TOQUES DE PROGRESSIVO, UMA ESPECIALIDADE QUE DESENVOLVEU.
É ATÉ HOJE UM CARA TÍMIDO! MESMO TENDO SIDO IMPULSINADO POR “ELTON JOHN”, EM SUA GRAVADORA “ROCKET” – VEJA O CD “, NOS ANOS 1980: “NEVER EVEN THOUGHT / PLANES”, O ÚLTIMO CD NA FOTO DA PRIMEIRA FILEIRA. DOIS DISCOS POP / R&B DE ÓTIMO NÍVEL, GRAVADOS COM CRAQUES DE ESTÚDIO.
COLIN ESTEVE CONTINUAMENTE ASSOCIADO A “ALLAN PARSONS”, PARA QUEM FEZ VOCAIS EM DISCOS E PRODUÇÕES; E O PRODUZIU NO “KEATS”, UMA “BANDA JOINT VENTURE DE ROCK PROGRESSIVO”, COM “PETER BARDENS”, DO CAMEL, IAN BERNSON, DAVID PATON E STUART ELLIOT, GENTE DA TROUPE DE PARSONS, EM 1984.
É O PROG TÍPICO SEMI-AÇUCARADO E AGRADÁVEL. O DISCO FOI LANÇADO POR AQUI, NA ÉPOCA…
A DISCOGRAFIA DE COLIN BLUNSTONE TEM DISCOS BEM VARIADOS. O 3 PRIMEIROS TAMBÉM LANÇADOS PELA EPIC, ENTRE 1971/1973 (NA ÚLTIMA FILEIRA DA FOTO) , FORMAM EXEMPLOS NA LINHA FOLK/PROG/ POP
ENTRE ELES ESTÁ O PRIMEIRO DISCO SOLO DELE, “ONE YEAR”, NA ESTEIRA DO “ODISSEY AND ORACLE”, QUE VEM SUBINDO DE STATUS ENTRE CRÍTICOS E COLECIONADORES, E SERÁ RELANÇADO PROXIMAMENTE EM EDIÇÃO LUXUOSA.
OS ZOMBIES SE REÚNEM VEZ POR OUTRA. HÁ DVD MOSTRANDO SHOW DE ANOS RECENTES. E ESTÃO NO “ROCK AND ROLL HALL OF FAME”. MERECIDAMENTE, MESMO TENDO GRAVADO POUCO. VALE A PENA ESCUTAR INDIVIDUALMENTE “BLUNSTONE”, ” O ARGENT” E OS “ZOMBIES”.
COMO ESCREVEU EIVADO POR MELANCOLIA O Rene Ferri, EM SEU FANZINE WOP-BOP, NOS ANOS 1970: “NUNCA SE COLECIONOU FOTOS DE COLIN BLUNSTONE”!
TALVEZ A TURMA COMECE A COLECIONAR.. POSTAGEM ORIGINAL 04/06/2017