TIO SÉRGIO é uma espécie de futurista retardatário. Às vezes demoro; mas chego ao presente inevitável; no caso, é comprar vinis quando acho os preços aceitáveis leves curras financeiras.
Foi o caso. Eu siderava pela NET e apareceu o “site” da UNIVERSAL MUSIC. Claro, dei atenção e…
Encontrei este LONG PLAY do PAT METHENY, um admirado que coleciono há décadas. Ele é um superdotado da música. Foi do FUSION JAZZ algo POP, derivou para, e retornou do experimental; e sempre tangencia algo do ROCK e sua intensa jovialidade. METHENY conhece de WES MONTGOMERY a ORNETTE COLEMAN – e muito, mas muito mais mesmo…
PAT consegue mixar todas e quaisquer informações e trazê-las para seu estilo sutil de tocar e criar, tornando os incontáveis discos que gravou extremamente agradáveis e instigantes.
Na foto, temos um dos vinis de uma série interessantíssima criada por ele e o produtor STEVE RODBY. São vários concertos gravados ao vivo; e com o generoso diferencial de juntar gente nova na banda para cada disco, dando passos certeiros do presente para o futuro.
Neste aqui, vem acompanhado, para não variar, por dois músicos talentosos: JAMES FRANCIES, no órgão e teclados vários; e o baterista MARCUS GILMORE.
Mas TIO SÉRGIO, ficou bom mesmo?
Ora, lindos e lindas e lindexes! É óbvio que sim! É um álbum duplo vinil de 180g, capa muito bonita e bem feita, e o som gravado é profissional.
É o PAT dando aulas de guitarra com o bom gosto de sempre, passando por variado repertório e alguns de seus clássicos, como “BRIGHT SIZE LIFE’. É o mestre destacando e deixando dois discípulos mostrarem o porquê de comporem o trio.
Ahhh, voltando ao vil metal, TIO SÉRGIO pagou R$ 231,00 mandacarus, em cinco vezes, uns $ 42,00 TRUMPS, usando a fadinha MASTERCARD.
Se você não vai assistir ao DARK HORSE, do “Inolvidável”, então estará na “VIBE” desse artefato.
Curta sem moderação.
POSTAGEM ORIGINAL 04\07\2026

POSTAGEM ORIGINAL 04\07\2026
