ELTON JOHN, THE ROCKET MAN! O NOME DELE É REGINALDO!

ASSISTI A “ROCKET MAN”, FILME SOBRE A VIDA E CARREIRA DE “ELTON JOHN”. GOSTEI!

NO FUNDO, É UM GRITO DE AUTO-LIBERTAÇÃO EXPONDO AS MAZELAS DE SUA CRIAÇÃO TRAUMATIZANTE, RELACIONAMENTOS COM OPORTUNISTAS, E OUTROS PERRENGUES DO VIVER. E SUAS MÚSICAS EMOLDURAM ESSA HISTÓRIA DE VIDA RICA, E DIFÍCIL.

O QUE HOUVE COM “ELTON” ACONTECE MUITO. LEMBREM-SE DE “ERIC CLAPTON” E DE “JOHN LENNON”: AMBOS NÃO TIVERAM O ACONCHEGO FAMILIAR DE CAETANO VELOSO OU MILTON NASCIMENTO, QUE FORAM CRIADOS COM AFETO. A FRIEZA INGLESA TAMBÉM AJUDOU A QUEBRAR O GAROTO SENSÍVEL E TALENTOSO.

HOUVE COISAS BOAS, TAMBÉM, CLARO. ELE É “SIR ELTON HERCULES JOHN”, TEM A ORDEM DO “DOS CAVALEIROS DO IMPÉRIO BRITÂNICO”, COMO VÁRIOS OUTROS, “TOM JONES” E “BRIAN MAY”, POR EXEMPLO.

E TORNOU-SE MERECIDAMENTE UM MILIONÁRIO, É ÓBVIO….

O FILME TEM ERROS E OMISSÕES. O NOME “ELTON JOHN” É A JUNÇÃO DE “ELTON DEAN”, JAZZISTA INGLÊS DE ALTO NIVEL; E O JOHN NÃO VEM DE LENNON, MAS DE “LONG JOHN BALDRY”, UM PIONEIRO DO R&B E DO BLUES INGLÊS. OS TRÊS ERAM AMIGOS.

FALTOU DIZER QUE “REG” É ÓTIMO CARÁTER E MUITO GENEROSO. SEUS AMIGOS CONFIRMAM.

AQUI ESTÁ UM EXCELENTE BOX ALEMÃO COM OS CINCO PRIMEIROS LONG PLAYS DE “ELTON JOHN”, LANÇADOS EM CDS. SÃO DISCOS RECONHECIDAMENTE IMPORTANTES, E MUITO BEM GRAVADOS E PRODUZIDOS; TÊM ALTO NÍVEL ARTISTICO-MUSICAL; GRÁFICO E TÉCNICO; E DÁ PRA OUVIR TUDO EM FIDELIDADE ABSOLUTA!

JUNTO NA FOTO, O DISCO DE “ELTON” COM “LEON RUSSELL”, EVENTO DA MELHOR MEMORABILIA EM MÚTUA HOMENAGEM ENTRE DOIS PIANISTAS FUNDAMENTAIS DA HISTÓRIA DO POP.

NÃO ESQUEÇAM: O NOME DELE É “REGINALDO”, “REGINALD KENNETH DWIGHT”; E QUEM CONSEGUIR O SINGLE DO “BLUESOLOGY” – QUE “APARECE” TOCANDO EM UMA CENA DO FILME, GANHA O “CHATINHO GARIMPADOR DE OURO”, PRÊMIO ALTERNATIVO INSTITUÍDO PELO “TIO SÉRGIO” PARA OS COLECIONADORES IGUALMENTE CHATINHOS – COMO ELE!

NÃO PERCAM!
TEXTO ORIGINAL: 19/04/2020

PAUL SINGER, SOCIÓLOGO E PROFESSOR DE ECONOMIA.

Quando estudei Ciências Sociais na FFLCH DA USP, entre 1974 e 1979, o professor PAUL SINGER era um mito, e mantinha influência sobre a faculdade, apesar de não lecionar mais por lá.

O curso, na época, previa dois semestres de aulas sobre ECONOMIA.

Foi um PERÍODO CAÓTICO, porque a INTENSÍSSIMA POLITIZAÇÃO e DOMÍNIO da ESQUERDA na Faculdade de CIÊNCIAS SOCIAIS, entrava em choque com o currículo básico de ECONOMIA.

Em resumo, havia um semestre de micro-economia e outro abordando a macro economia.

Os PROFESSORES que lecionaram a matéria eram TODOS da FEA – Faculdade de Economia e Administração. E, na época, uma escola de economia bastante conservadora, em que DELFIM NETO e os chamados “Delfim Boys” tinham poder e predominância.

Mas, os ALUNOS e a influência de ECONOMISTAS de ESQUERDA, como PAUL SINGER, queriam um curso mais voltado para a economia política, o que era e é razoável.

E o impasse acontecia. Eu me recordo que, no segundo semestre de 1975, quando a primeira parte do curso, macroeconomia, foi dada, os professores foram trocados umas três ou quatro vezes.

Na FEA NINGUÉM QUERIA DAR AULAS PARA NÓS, considerados rebeldes e contestadores demais. Mesmo assim, o semestre foi concluído.

No primeiro semestre de 1976, resolveu-se o impasse. E o curso FOCOU um pouco mais a HISTÓRIA ECONÔMICA e, principalmente, as ECONOMIAS CENTRALMENTE PLANEJADAS. Uma clara concessão à esquerda.

A PROFESSORA HELENA FANGANIELLO, uma das craques da FEA, manteve-se “no cargo” e, mesmo com um certo distanciamento de nós, alunos, conseguiu concluir o curso com aulas que traiam uma certa IRONIA, porque as ECONOMIAS SOVIÉTICA e da EUROPA ORIENTAL já davam sinais de esgotamento decorrente da ineficiência.

Eu sempre gostei de economia, ao contrário da maioria de meus colegas. Eu havia feito um curso de técnico de administração de empresas, em lugar do, à época, científico, ou clássico se quisesse optar.

Resumindo, acho que aproveitei o curso e continuei interessado no assunto.

Como até hoje!
POSTAGEM ORIGINAL 18/04/2021

FILOSOFICES/PENSAMENTOS

BOLSONARO
COM 36% DE APROVAÇÃO CONTESTANDO PRÓPRIO GOVERNO! ESTÁ PROCURANDO ENCRENCA?
POR QUÊ?
PQ. MONOPOLIZA A MÍDIA. INCRÍVEL!

BOLSONARO É UM POPULISTA DE DIREITA, MACHIAVEL DE SUBÚRBIO. INCITA O POVO MAS NÃO ASSUME RESPONSABILIDADES.
LAMENTÁVEL!

A TRAGÉDIA É QUANDO OS DOIS LADOS TÊM RAZÃO. SAÚDE É PRIORIDADE. MAS, 100 MILHÕES DEPENDEM DO TRABALHO DIÁRIO PARA SOBREVIVER!
POSTAGENS: ABRIL 2022

TIO SÉRGIO E A SOPA DE LENTILHAS

Sou bom cozinheiro. Não faço pratos requintados porque não sou detalhista. Mas, o meu cardápio trivial é bem feito, temperado e com uma certa percepção sofisticada das combinações possíveis de sabores. Sou quase intuitivo.

Não tenho e raramente sigo receitas, mas roteiros. Vez por outra, e por causa disso, erro no sal – quase nunca na inter-relação entre os ingredientes. E costumo me virar bem com alimentos disponíveis. Coisas de homem na cozinha – uma displicência não letal.

Deu vontade e fiz uma sopa de lentilhas. Na verdade, um ensopado. Como? Para mim, do jeito mais óbvio possível: 1) deixei as lentilhas com água por algumas horas. Elas “crescem” e mantém a possibilidade para um caldo melhor. 2) Joguei na panela de pressão um pedaço de linguiça, cebola, cebolinha, alho e um tomate picado. Refoguei com azeite. 3) Coei as lentilhas e joguei na panela para refogar com os temperos. 4) Esquentei água numa, sei lá, panela e quando quente dissolvi um caldo de carne; 5) Cortei batatas em cubos pequenos. 5) Piquei um quantidade razoável de salsinha. 6) juntei as batatas com o refogado, juntei a água com o caldo de carne. 7) Botei pra cozinhar. Uns vinte minutos depois – talvez mais, sei lá – abri a panela e verifiquei se o ensopado estava no ponto. Estava. 😎 juntei a salsinha picada e cozinhei um pouco mais para agregar sabor. 9) ajustei o sal. 10) No prato pinguei algumas gotas de molho inglês o mais tradicional possível. Amplia o sabor. Na falta dele, poucas gotas de limão…

Ficou muito bom.

TIO SÉRGIO E A SOPA DE LENTILHAS

Sou bom cozinheiro. Não faço pratos requintados porque não sou detalhista. Mas, o meu cardápio trivial é bem feito, temperado e com uma certa percepção sofisticada das combinações possíveis de sabores. Sou quase intuitivo.

Não tenho e raramente sigo receitas, mas roteiros. Vez por outra, e por causa disso, erro no sal – quase nunca na inter-relação entre os ingredientes. E costumo me virar bem com alimentos disponíveis. Coisas de homem na cozinha – uma displicência não letal.

Deu vontade e fiz uma sopa de lentilhas. Na verdade, um ensopado. Como? Para mim, do jeito mais óbvio possível: 1) deixei as lentilhas com água por algumas horas. Elas “crescem” e mantém a possibilidade para um caldo melhor. 2) Joguei na panela de pressão um pedaço de linguiça, cebola, cebolinha, alho e um tomate picado. Refoguei com azeite. 3) Coei as lentilhas e joguei na panela para refogar com os temperos. 4) Esquentei água numa, sei lá, panela e quando quente dissolvi um caldo de carne; 5) Cortei batatas em cubos pequenos. 5) Piquei um quantidade razoável de salsinha. 6) juntei as batatas com o refogado, juntei a água com o caldo de carne. 7) Botei pra cozinhar. Uns vinte minutos depois – talvez mais, sei lá – abri a panela e verifiquei se o ensopado estava no ponto. Estava. 😎 juntei a salsinha picada e cozinhei um pouco mais para agregar sabor. 9) ajustei o sal. 10) No prato pinguei algumas gotas de molho inglês o mais tradicional possível. Amplia o sabor. Na falta dele, poucas gotas de limão…

Ficou muito bom.
POSTAGEM ORIGINAL: 18/04/2019

WAZE – COMO SE ATRAPALHAR!

Duas amigas foram ao cemitério visitar “os parentes”, e ligaram o aplicativo WAZE para não errar o caminho.

Aquela voz chata e sem carisma anunciou: “você chegou ao seu destino”. Morreram de rir, mas não acharam a menor graça. E a parentada que mora ali nem um cafezinho serviu…

Tempos atrás, eu e a Angela voltávamos para São Paulo, depois de quase entrar na fria do congestionamento monstro no caminho para o Guarujá.

De brincadeira acessamos o WAZE para ver qual trajeto indicava.

E foi mais ou menos assim… “vire à direita na rua Gambazinho do Vale e siga por 600 metros; agora, desça à esquerda a Ladeira do Quebra-Bundas…Em 800 metros vire à direita na Travessa da Freirinha Assanhada”… Fizemos nada disso, e fomos direto pela Anchieta até chegar em Sampa.

Meio aos trancos e barrancos imaginamos como seria um aplicativo complementar para quem erra o caminho, esquecendo ruas, saindo do trajeto, feito a maioria dos viventes.

A vozinha chata poderia perder a paciência e dizer coisas do tipo: “Fica na rota, idiota”; “Não sai desta rua, Perua”; “Cuidado, viado”; “Olha o cruzamento, jumento”…e, depois de tudo, se chegasse ao destino um “finalmente! seu demente”.

E, quando desse errado, um simples “Fodeu!!!”.🤣😃🤣😂😍
Postagem origianal abril 2022

BLUES AMERICANO ORIGINAL, EM BOX DE PRODUÇÃO LUXUOSA!

Esta é a melhor homenagem a um gênero musical que conheci, no caso o BLUES, e vem num BOX raro e preciso, e hoje muito difícil de conseguir!

Estão nele 5 LONG PLAYS de DEZ POLEGADAS, como se fazia no final da década de 1940, início dos 1950. E traz 44 gravações originais, remasterizadas, e totalmente representativas do melhor BLUES já feito na HISTÓRIA!

Estão aqui todos os principais artistas: MUDDY WATERS, B.B.KING, BUDDY GUY, HOWLIN` WOLF, ELMORE JAMES, SLIM HARPO, CHUCK BERRY, JOHN LEE HOOKER, ROBERT JOHNSON, JIMMY REED, BO DIDDLEY; e outros mais e tão importantes como estes.

A seleção de repertório e intérpretes foi feita pelos quatro “ROLLING STONES” remanescentes à época: MICK JAGGER, KEITH RICHARDS, CHARLEY WATTS e RON WOOD. A capa foi pintada por RON WOOD. Há FOTOS dos artistas homenageados; um libreto, e belos texto nas páginas internas do projeto.

A produção GRÁFICA é de alta classe: O BOX reproduz aqueles “álbuns” antigos que armazenavam diversos discos de de 78 RPM. E que, talvez, muitos por aqui ainda não tenham visto. Eram bastante normais no passado.

Resumindo, interessa a todos que apreciam e se interessam pelo BLUES, e sua evolução, antes de sua face moderna e mais conhecida e curtida por todos. É uma edição limitada feita pela B.M.G. / Universal, e lançada em 2018. Um sumário histórico imperdível, e um objeto de arte altamente colecionável!
POSTAGEM REVISTA EM 16/04/2024

MORAR PERTO DA PRAÇA DA ÁRVORE, SAMPA

Onde moramos hoje, em São Paulo, perto da Praça da Árvore, é interessantíssimo. Nosso apartamento está numa posição isolada, no alto. Mas temos, ao nosso redor, uma constelação de edifícios e escritórios. É possível ver os corredores aéreos tanto para Congonhas, como para Cumbica, o que nos propicia a dinâmica dos “céus”, liberdade alternativa para o trânsito infernal, aqui no solo.
Nós dormimos olhando para as estrelas – experiência curiosa e impraticável quando morávamos próximo da Avenida Paulista. Mesmo em local menos movimentado, continuamos ansiosos por morar no Guarujá. Vai demorar um pouco, mas chegará. E, duvido que um dia voltemos a viver em São Paulo – que se tornará um dos bairros que frequentaremos. Quá, quá, quá, pra vocês todos PATOS E PATAS CIDADÃOS!
POSTAGEM ORIGINAL: 15/04/2014