JAN GARBAREK GROUP – PHOTO WITH BLUE SKY -1978 – ECM

E não só ele, sax alto de talento evidente. Um grupo jazzístico que tenha o baixista EBERHARD WEBER; JON CHRISTENSEN, na bateria; e JOHN TAYLOR, no piano é infenso a vulgaridades e caminha para longe do óbvio!
O disco é de 1978; a minha edição em Cd é alemã dos anos 1990. O som talvez ajudado pelos ajustes de cabos em meu set-up, está “demoniacamente angelical” nessa tarde, em Guarujá.
Sobre a música?
É tudo o que se pode querer da modernidade decorada por avanços artísticos naturalizados por melodias magníficas! É o conhecimento das vanguardas traduzido para a musicalidade explícita; a beleza construída à distância do convencional, mas soando equilibrada para quaisquer ouvidos. É difícil alguém não gostar!
Para não falar do espetacular e meticuloso sax tocado por GARBAREK. Se você tiver de escolher somente um disco da sideral gravadora ECM escolha este “PHOTO WITH BLUE SKY…” É resumo de obras intensas e indispensáveis.
Compre o quanto antes! É para a vida inteira, e a capa te convida a viajar.
POSTAGEM ORIGINAL:05/09/2019
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QUARTETO 004 & TOM JOBIM – 1968 – RETRATO EM BRANCO E PRETO

Raridade relançada pela DISCOBERTAS traz o bom quarteto vocal, algo entre o TAMBA TRIO e o MPB 4, mas sem o talento desses.
O repertório é de primeira, TOM, CHICO, BADEN POWELL entre outros, e a presença luxuosa de TOM JOBIM em quatro faixas; e mais alguns arranjos e orquestrações de craques como ARTHUR VEROCAI E WALTEL BRANCO.
A capa espetacular é de MILLÔR FERNANDES, e a produção gráfica é adequada. O texto da contracapa foi escrito pelo TOM JOBIM.
Mas, infelizmente, ficamos sabendo quase nada sobre o grupo. Nomes para mim desconhecidos. A gravadora original é pra lá de obscura: CODIL.
Tudo considerado um disco para constar de coleções. Quando comprei, o preço médio era em torno R$14,00 mandacarus. Valeu a pena, é claro!
POSTAGEM ORIGINAL: 06/09/2019
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Rock In Rio ONEREPUBLIC: CANTOR TALENTOSO, POP RAQUÍTICO E PEGAJOSO. BOM SHOW A BEIRA DO SONINHO. A TURMA GOSTOU.

MEMÓRIAS AO VENTO – Rock In Rio
ONEREPUBLIC: CANTOR TALENTOSO, POP RAQUÍTICO E PEGAJOSO. BOM SHOW A BEIRA DO SONINHO. A TURMA GOSTOU.
09/2024: ROCK IN RIO
“IMAGINE DRAGONS”.
JÁ IMAGINAVA. NÃO É RUIM. É UMA CHATICE ABISSAL. NÃO DESLANCHA. DÁ SONINHO!
09/2024: ROCK IN RIO
LIU: MAIS UM DJ JUSTIFICANDO AS PALAVRAS DO FALECIDO “BUSSUNDA”
AHHH, FALA SSSSÉRIO!
ROCK IN RIO
NXZERO: PROFUNDOS FEITO COPO DE REFRIGERANTE. EXCITAM AS ADOLESCENTES. PARECE ROCK. MASLEBRAM O CAPITAL INICIAL
Rock In Rio
“ONEREPUBLIC”: CANTOR TALENTOSO, POP RAQUÍTICO E PEGAJOSO. BOM SHOW A BEIRA DO SONINHO. A TURMA GOSTOU.

ROLLING STONES – DÉCADA DE 1970 – A RESTAURAÇÃO DO RITO

Tá bom! A DECCA RECORDS recusou os BEATLES, em 1962, mas não titubeou e contratou os ROLLING STONES, pouco tempo depois.
Então, pessoal, jogo empatado.
Digam o que disserem, o mais completo espírito do ROCK pós ELVIS PRESLEY foi erguido pelos STONES!
Mas TIO SÉRGIO, você perdeu a razão? Como é possível esquecer o CHUCK BERRY, LITTLE RICHARDS e outros seminais?
Não esqueço; mas argumento.
JAGGER e RICHARDS são antípodas e complementares. A energia e saúde que MICK esbanja nos palcos, se contrapõe à progressiva, e até agora não consumada autodestruição de KEITH. EROS E THANATOS em dupla inseparável. Atuante; ideologicamente presentes, digamos!
Nenhum ícone foi mais explícito do que a somatória de qualidades e defeitos desses dois: Rebeldia, insurgência, sexo, drogas e rock and roll expostos à visitação pública por décadas! Mais de 60 anos, e ainda incólumes ( ou nem tanto…)
A morte da rainha ELIZABETH II, símbolo do conservadorismo aceitável; e da integração do REINO UNIDO à sua ideia de existência; representou a vitória da ALBION constatada intelectual e artisticamente, pelos KINKS – e mesmo que por eles expressa por injeções de ironias quase mortais. Quase…
Já MICK JAGGER e KEITH RICHARDS simbolizaram e mantiveram o mito da desagregação que não houve. Mas eles bem que tentaram…
E do RITO destrutivo exarado da década de 1960, os dois começaram a construção do MITO; que expandiu-se mais ainda a partir dos 1980, e sobrevive até hoje.
O RITO maior é a discografia, realizada e consolidada. Se nos tempos dos 1960 tiveram o período mais produtivo; durante os 1970 pretenderam expandir, e até conseguiram. Inclusive para compensar o roubo descarado que sofreram durante a década de 1960.
Até hoje, os STONES mantêm a empresa no jogo. Porém, exauriram a criatividade que outrora tiveram. É comum acontecer…
Na década de 1970, “Los ROLLINGS” fizeram SETE discos de estúdio. Nos 1980, diminuíram a produção. E a mesma coisa fizeram de 1990 em diante.
Mas expandiram o MITO. Realizaram shows milionários e bem recebidos; e lançaram uma profusão de discos ao vivo. O que permanecem fazendo até hoje; e ainda bem! MITO E RITO precisam conviver. É da História.
Quase todos nós gostamos dos ROLLING STONES; e muitos colecionam seus discos, etc… – inclusive o TIO SÉRGIO, aqui.
Notem: todo artista mantém faixas gravadas e não lançadas, que garantem a preservação do MITO e a gana dos fãs. Os STONES legaram poucas, muito poucas… Mas venderam cerca, e supostamente mais de 250 milhões de discos, durante toda a carreira, e em vários formatos. Deve ser mais; bem mais…
Os discos aqui postados fazem parte de uma série limitada americana. Saíram no decorrer dos 1990; e são itens de coleção.
Uma boa definição para MITO, afirma ser “algo que sempre existiu; mas jamais aconteceu”.
Com os STONES foi diferente. São mitológicos porque existiram de fato; mas ultrapassaram em fama as próprias realizações. Ao menos até o final dos 1980. Como todo mundo, eles também envelheceram.
Porém, sem os excessos de JAGGER no palco, e sem o comportamento exuberante de RICHARDS pelaí na vida, não haveria FREDDIE MERCURY, OZZY ou AXL ROSE; nem a performance iconoclasta do THE WHO; ou a transgressão de LIAN GALLAGHER; isto para resumir em poucos.
E o ELVIS, TIO SÉRGIO?
Certamente, o MITO supremo do ROCK. Mas convenhamos: era um sujeito conservador por vocação. E dominado pelo sogro, o boçal e reacionário CORONEL PARKER, também seu empresário.
A autodestruição de PRESLEY provavelmente está ligada à falta de autonomia pessoal; o que não falta a MICK e KEITH.
Através de JAGGER, o rebolado que ELVIS iniciou e divulgou tornou-se muito mais crível e autêntico. Um símbolo de autonomia lúdica, descontração e autoconfiança de uma geração contestadora.
Seria?
Com a palavra ANITTA.
POSTAGEM ORIGINAL: 09/09/2023
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DOOBIE BROTHERS – E A TRANSIÇÃO BEM SUCEDIDA DO “FOLK – ROCK PÓS-PSICODÉLICO” PARA A FUSION “WHITE SOUL/JAZZ” .

Lá pelo início de 1978, eu visitei a “BARATOS E AFINS”, do Luiz Calanca, e entre os discos que comprei estava um SHOW AO VIVO dos mais chatos que ouvi: “LIVING ON THE FAULT LINE”.
É álbum duplo lançado em 1977, pelos DOOBIE BROTHERS.
Claro, hoje em dia não sei dizer se manteria a opinião.
Na época, o que motivou a compra foi a memória de alguns clipes da banda, em que PAT SIMMONS, TOM JOHNSTON, JEFF BAXTER e CIA, detonavam tocando CHINA GROVE, LISTEN TO THE MUSIC, LONG TRAIN RUNNING, e outros sucessos pelas rádios.
Naquele disco ao vivo, um MEGA HIT, e já com o tecladista MICHAEL McDONALD no vocal principal, a banda expõe a reorientação na sonoridade para uma QUASI-FUSION de sucesso na época: algo bastante percussivo e um blend de “POP, WHITE SOUL, BLUES E JAZZ” , sempre alegre e dançável.
É bom dizer que McDONALD passou pelo STEELY DAN, banda plena de mestria e influência sobre a música americana contemporânea…
Se ao vivo não me cativou, talvez pelo excesso de “santanices percussivas”, confesso que agradou-me bastante o “TAKIN´ TO THE STREET”, de 1977, o primeiro com McDONALD no vocal. A voz dele é muito clara e interessante. E faz parte desse ótimo e barato BOX nacional. Escutei 3 vezes, devo ter gostado mesmo…
O disco é agradável e, para variar, mais uma vez muito bem produzido por TED TEMPLEMAN – que também descobriu e “fez” o VAN HALEN.
Em 1978, MICHAEL gravou o álbum de maior sucesso da carreira cheia HITS do DOOBIE BROS. “MINUTE BY MINUTE” liderou por 5 semanas a parada americana da revista BILLBOARD, e chegou a três milhões de cópias vendidas.
Como era de esperar, McDONALD partiu para carreira solo de muito sucesso, e gravou 15 álbuns, 51 singles e E.Ps., e permanece ativo.
“ORIGINAL ALBUM SERIES”, box que congrega do segundo ao sexto CDs gravados por eles, para a WARNER BROTHERS, é bastante fácil de encontrar. Pega a fase
inicial da banda, entre 1972 e 1976.
Os DOOBIES no começo eram fruto e expressão do FOLK e do COUNTRY ROCK pós PSICODELIA, da década de 1960.
Grosso modo, seguiam os passos dos BYRDS, do CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL, e o estrondo criativo gerado por CROSBY, STILLS, NASH & YOUNG.
Foram rigorosamente contemporâneos dos EAGLES, a banda mais bem sucedida do estilo até hoje!!! Especulo eu: é talvez a possível razão para terem transitado a outro estilo…Concorrer com a turma do HOTEL CALIFORNIA é insalubre; no mínimo…
Em meus “ALFARRÁBIOS está dito, e os DOOBIES admitem, que a verdadeira inspiração para a criação da banda foi o EXCELENTE, AZARADO, MAL ADMINISTRADO E TALVEZ IMPRESCINDÍVEL “MOBY GRAPE”. Grupo californiano de FOLK PSICODÉLICO, que militou entre 1967 e 1971, mais ou menos.
Procurem ouvi-los!!! Postei excelente coletânea dupla, que abrange quase tudo o que legaram.
Pela agregação de gêneros nas composições e gravações que fizeram, que vão do ROCK ao COUNTRY e mais o BLUES e o JAZZ, há quem os aproximem ao ALMANN BROTHERS BAND.
Mas, percebe-se a nítida diferença entre o FOLK WEST COAST dos DOOBIE BROTHERS, e a criação notória do SOUTHERN ROCK dos irmãos ALMANN – e vasta descendência e séquito.
O desenvolvimento paulatino da voz própria realizado pelos DOOBIES, é bem distinguível de seus concorrentes.
É sucesso por mérito explícito, comprovado por 40 milhões de discos vendidos, que não deixam dúvidas… mesmo que a “levada” esbarre no CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL, referência contemporânea fundamental.
TIO SÉRGIO recomenda!
POSTAGEM ORIGINAL: 11/09/2022
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YARDBIRDS – LIVE! – ON VINIL + KEITH RELF

LANÇAMENTO EM PAGINA NOBRE DA REVISTA “RECORD COLLECTOR” .
EDIÇÕES DE LUXO, FOTOS E CAPAS MAGNÍFICAS, VINIL COLORIDO ETC… SÃO TODOS GRAVADOS AO VIVO, E DESCOBERTOS OU LIBERADOS NÃO MUITO TEMPO ATRÁS!
QUEM CONHECE O “TIO SERGIO” HÁ MAIS TEMPO, SABE QUE SOU FÃ DOS YARDBIRDS DE UIVAR PRA LUA!
TALVEZ EU TENHA SIDO O PRIMEIRO A ESCREVER EXTENSAMENTE SOBRE ELES, AQUI EM “PATÓPOLIS”. ESTÁ NA EDIÇÃO NÚMERO UM DO HOJE CULT E COLECIONÁVEL FANZINE “WOOP-BOP”, EDITADO PELO@Rene Ferri HÁ MAIS DE 45 ANOS!
É O MEU PRIMEIRO TEXTO PUBLICADO; ESTÁ MUITO MAL ESCRITO, MAS CHEIO DE INFORMAÇÕES INTERESSANTES E, QUEM SABE, ALGUNS ERROS.
NÃO OUSEI, AINDA, CALCULAR QUANTO CUSTARÁ – OU CUSTARIA – PARA TER OS ÁLBUNS. DEVE BEIRAR UNS $ 600,00 DÓLARES CONSIDERANDO TUDO.
É GRANA DEMAIS PARA UM VELHO QUE NÃO TEM TOCA-DISCOS….
ENFIM;
POSTAGEM ORIGINAL: 10/09/2020
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ERIC CLAPTON: SLOWHAND AT 70 – LIVE

Um fotobook lindíssimo e mais 2 DVDs e 2 CDS , gravados ao vivo no ROYAL ALBERT HALL, em 2015, comemorando os 70 anos do ERIC.
Conteúdo? Mais ou menos o de sempre. Competente, mas quem sabe enjoativo, para os que o conhecem há décadas.
Preço? Leite de pato! Pelo menos era, em 2017!
Então, se encontrar por aí barato vale o “Barato” de ter discos do CLAPTON.
Será objeto de colecionadores.
POSTAGEM ORIGINAL: 08/09/2017
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THE LEFT BANK – 1966/1969 – THERE’S GONNA BE A STORM – COMPLETE RECORDINGS THE ZOMBIES – ODESSEY & ORACLE – 1968

TIO SÉRGIO, O AGREGADOR DE PRAZERES, TEM A HONRA EM ESCLARECER AOS SOBRINHOS O CORRETO LUGAR DOS ZOMBIES E SEU MASTERPIECE, “ODESSEY AND ORACLE”, NA FILA DOS PIONEIROS DO POP:
POIS BEM, O QUE OS AMERICANOS “THE LEFT BANK ” FIZERAM, EM 1966, E TAMBÉM COM SUCESSO DE PÚBLICO, OS ZOMBIES, JÁ TOTALMENTE ACABADOS RECRIARAM, COMO TENTATIVA, EM 1968!
ESTÁ TUDO LÁ ATRÁS, CRAVO, PIANO, ORQUESTRAÇÃO EMULANDO O CLÁSSICO; ARRANJOS SOFISTICADOS EM CIMA DA BATIDA “BEAT”, QUASE “PSICODÉLICA”.
QUEREM AS PROVAS? OUÇAM “WALK AWAY RENEE”, DE JULHO E “PRETTY BALLERINA”, DEZEMBRO, AMBAS DE 1966. SÃO DOIS MONUMENTOS POP INCONTESTES.
ALIÁS, COMPREM ESTA COLETÂNEA, OU DESCOLEM O PRIMEIRO LP. DOS CARAS; COMPAREM COM OS ZOMBIES, E DECLAREM DE PÚBLICO AS SEMELHANÇAS. É IMPOSSÍVEL QUE “ROD ARGENT”, “COLIN BLUNSTONE”, E A TROUPE FORMADORA DOS “ZOMBIES” NÃO OS TIVESSE ESCUTADO E ADMIRADO. ALIÁS, O “LEFT BANK” TAMBÉM PRECEDE AO PROCOL HARUM, E “A WHITER SHADE OF PALE”, GRAVADA EM 1967….
POIS BEM, O GRANDE CONCEITO FOI SENDO DESENVOLVIDO EM VÁRIAS MÚSICAS ANTERIORMENTE; EM SINGLES DA ÉPOCA. ESTÁ EM “AS TEARS GO BY”, LANÇADA EM 1965; E “LADY JANE”, DE JUNHO DE 1966; AMBAS DOS ROLLING STONES.
E TORNOU-SE MAIS CONHECIDO, AINDA, QUANDO OS BEATLES LANÇARAM “YESTERDAY”, EM SETEMBRO DE 1965, E FIZERAM “ELEANOR RIGBY” E SEU QUARTETO DE CÂMARA ESPETACULAR, QUE VEIO AO MUNDO EM 5 DE AGOSTO DE 1966, NO LP “REVOLVER”. RESUMINDO, O NOVO FOI UM PROCESSO EM DESENVOLVIMENTO….”WORK IN PROGRESS BY MANY MUSICIANS”. IT WAS?
DAÍ EM DIANTE, O USO DE ORQUESTRAS E ELEMENTOS DA MÚSICA ERUDITA SE TORNARAM UM DOS PARADIGMAS DO FUTURO, QUE DESAGUOU NO PROGRESSIVO SINFÔNICO; E VÁRIAS TENTATIVAS DE POP BANDS, TENDÊNCIA “PELA AÍ” ATÉ HOJE.
OUTRA CURIOSIDADE: A PRIMEIRA VEZ QUE OUVI CRAVO EM GRAVAÇÃO DE ROCK FOI EM “FOR YOUR LOVE” , COM OS “YARDBIRDS”, EM 1964; CLÁSSICO SEMINAL, ONDE O GRANDE TECLADISTA, “BRIAN AUGER”, TOCOU CRAVO, E “ERIC CLAPTON”, GUITARRA, FUNDAMENTANDO MAIS UM POUCO O “ROCK MODERNO”, E SUAS POSSIBILIDADES.
ENTÃO SOBRINHOS, OS “ZOMBIES” SOBEM NO AVIÃO DEPOIS DOS BEATLES; E ANTES DELES ENTRAM O “LEFT BANK”!. MAS OS PRIMEIRO A ENTRAR FORAM OS “YARDBIRDS”; E LOGO DEPOIS OS “STONES”! TÁ CONFUSO?
NÃO TÁ, NÃO! TALKEY?
POSTAGEM ORIGINAL: 05/09/2020
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Luciano Douglas R. S. Silva

“GRUPO UM” E “SOFT MACHINE” – SEMELHANÇAS

SÃO BANDAS BASTANTE SEMELHANTES EM SUAS PROPOSTAS. PRINCIPALMENTE OS “SOFT MACHINE” VOLUME 3 E MAIS AINDA O VOLUME 4, AQUI EXPOSTO.
AMBAS ESTÃO NO ENTRONCAMENTO ENTRE O “JAZZ FUSION”, O “FREE JAZZ” E O “JAZZ DE VANGUARDA CONTEMPORÂNEO”.
EU ADORO E RECOMENDO OS DOIS DISCOS!
O DISCO DO “GRUPO UM” É BARATO, BEM FEITO E RELATIVAMENTE FÁCIL DE SER ENCONTRADO! E “LELO E ZÉ EDUARDO NAZARIO; MAURO SENISE E BANDA; DÃO SHOW E MAESTRIA.
DISCOS QUE VALEM A PENA!
POSTAGEM ORIGINAL: 14/09/2018
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WEBSTER YOUNG – FOR LADY – PRESTIGE – 1957 – TRIBUTO TÍPICO A BILLIE HOLIDAY

SÃO 8,50hs, SETE DE SETEMBRO, DIA MEIO NUBLADO, MEIO CHUVOSO E FRIO, NO GUARUJÁ.
LIGO A TELEVISÃO PARA VER O DESFILE MILITAR, E TODA EXPOSIÇÃO FÁLICO – LÚDICA DA BAZÓFIA NACIONALISTA.
MAIS OUTRO ANO ANO SOB A BATUTA – BIRUTA DO APRENDIZ DE “GOLPEIRO” , O INEFÁVEL JAIR BOLSONARO. TODOS NA EXPECTATIVA SOBRE O QUE ELE DIRÁ, E O NÍVEL DE PROVOCAÇÃO QUE EXPELIRÁ. SE GOLPISMO PURO NO AR, OU BOBAGENS MAIS INOFENSIVAS…
VEREMOS…
EU ME VINGO FÁCIL! SEU JAIR NÃO SABE QUEM FOI “WEBSTER YOUNG”, UM SEGUIDOR DE “MILES DAVIS”, AQUI TOCANDO UM ” FRENCH HORN ” COOL, TÉCNICO E INVENTIVAMENTE PRECISO.
O REPERTÓRIO É O FINO DE BILLIE HOLIDAY, ACRESCIDO POR COMPOSIÇÃO DE YOUNG EM HOMENAGEM À “LADY”. O TIME É DE PRIMEIRA LINHA COM TRÊS ASTROS: “PAUL QUINICHETTE”, “MAL WALDRON” & “ED THIGPEN”; E TRÊS “” ( AH, VEJA OS NOMES NA FOTO… ). ELES VÃO SUPRINDO MINHA SENSIBILIDADE PREGUIÇOSA.
ENQUANTO ISSO, AGUARDO MEIO APREENSIVO, E OBSERVO O POVARÉU NA EXPLANADA, QUE TALVEZ APOIE O TROGG, OU SIMPLESMENTE FORAM À FESTA CIVICA . ESPERO ATÉ CHEGAR 11,00 HORAS, HORÁRIO BASE PARA INICIAR OPERAÇÕES LÍQUIDO – ETÍLICAS.
O CD ESTAVA NO ALCANCE DE MEUS OLHOS, MAIS PRO FINAL DO “QUARTEIRÃO DA ESTANTE” NA DISCOTECA, LETRA W.
EU O TENHO HÁ TEMPOS. É BEM CAPTADO, BEM MASTERIZADO, E RECOMENDO ATÉ O FINAL DOS TEMPOS.
SE VOCÊ GOSTA DO MILES FIM DOS ANOS 1950, E ACHA QUE JUNTAR UM TOQUE E CHARME À “CHET BAKER” CONFORMAM ÉPOCA E ESTÉTICA CIVILIZATÓRIA IMPRESCINDÍVEL, ESQUEÇAM POR UNS MOMENTOS O SEO JAIR E A TELEVISÃO. PROCUREM WEBSTER YOUNG, NOS “STREAMINGS”, E TENHAM O PRAZER DE CONHECÊ – LO.
POSTAGEM ORIGINAL: 07/09/2020
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